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Dois ouros marcam penúltimo dia do Mundial de natação paralímpica
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O Brasil conquistou mais duas medalhas de ouro, nesta sexta-feira (17), no penúltimo dia do Mundial de natação paralímpica, que é disputado no Complexo de Piscinas Olímpicas de Funchal, na Ilha da Madeira (Portugal). As vitórias foram obtidas pela equipe do revezamento 4×100 metros estilo livre 49 pontos, para atletas com deficiência visual, e pelo mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, nos 50 metros costas da classe S2.

Provas individuais, revezamentos e medalhas nas três cores 🥇🥈🥉
Os brasileiros arrasaram no penúltimo dia do Mundial #Madeira2022 .Amanhã, 18, tem mais provas, vale continuar na torcida pelo 🇧🇷.
📸: Ale Cabral/CPB pic.twitter.com/oMmg4LDfbp
— Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) June 17, 2022
Além das medalhas douradas, a equipe brasileira somou nesta sexta mais uma prata, com José Ronaldo da Silva nos 50 metros costas da classe S1, e três bronzes, no revezamento 4×100 metros medley S14 (deficiência intelectual), com Mariana Gesteira nos 100 metros costas (S9) e Phelipe Rodrigues nos 100 metros livre (S10).
Estas conquistas mantiveram o Brasil na terceira colocação do quadro geral de medalhas, com o total de 47 premiações (17 ouros, nove pratas e 21 bronzes).
Edição: Fábio Lisboa
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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