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Arena Carioca 1 vive dia especial com Jogo das Estrelas da LBF

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A Arena Carioca 1, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, foi, neste domingo (19), a casa do basquete feminino, pois recebeu um evento especial que culminou com o Jogo das Estrelas da Liga de Basquete Feminino (LBF).

Antes da atração principal, que terminou com vitória de 32 a 31 na prorrogação do Time Arilza sobre o Time Vendramini, os presentes puderam acompanhar várias atrações, como um concurso de habilidades, que teve como vencedora a cubana Ineidis Casanova, do Sport/Glória do Goitá, e o concurso de três pontos, que coroou uma nova campeã, Lê Lisboa, do Sampaio Basquete.

No Jogo das Estrelas, que foi disputado em apenas dois períodos, o Time Vendramini liderou na maior parte do tempo (17 a 15 na primeira parcial) e tinha seis pontos de vantagem com pouco menos de um minuto e meio para o final, mas Lays e Aline Moura converteram duas bolas de três seguidas, deixando tudo igual em 31 pontos. No tempo extra, que contou com a regra especial, o lance livre decisivo da pivô Aline Moura deu o título ao Time Arilza.

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O prêmio de MVP (jogadora mais valiosa) da partida foi para Lays, armadora do Santo André, a principal pontuadora da equipe campeã na decisão, com 11 pontos.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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