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Polícia Civil prende grupo suspeito de vender panelas falsificadas em Tapurah

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Um grupo suspeito de estelionato e associação criminosa foi autuado em flagrante pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (06.07) em Tapurah, na região Médio-Norte do Estado, quando tentava vender jogos de panelas falsificadas como se fossem produtos importados.

Com o grupo, os policiais civis apreenderam 32 conjuntos com 24 panelas cada um. Uma das mulheres detidas tentou oferecer um jogo das panelas a um policial civil, que estava no centro da cidade. Ela disse que o valor dos produtos era R$ 2,4 mil. Como o policial não demonstrou interesse, a suspeita reduziu as panelas para 1.500,00 reais parcelados em 12 vezes.

Ao suspeitar que se tratava de um golpe, o policial solicitou a identificação da mulher e em seguida parou próximo ao local outra pessoa, que afirmou ser conhecida da vendedora e também vendia os mesmos produtos. Ambas foram solicitadas a se deslocar até a delegacia para esclarecimentos. Na porta da delegacia, uma das mulheres fugiu.

A outra conduzida foi ouvida e declarou que estava acompanhada do marido, localizado em um hotel da cidade. A equipe policial foi até a hospedagem e no local encontrou o marido da mulher e duas crianças.

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Na delegacia, o casal foi questionado sobre outros envolvidos no golpe das panelas e declarou que havia mais pessoas na cidade atuando na venda dos produtos. A equipe de investigação localizou mais um casal que se preparava para deixar a cidade e já havia vendido diversos jogos das panelas falsificadas.

Uma mulher declarou ainda que vendeu quatro jogos na cidade, a valores de 1.500 a 3 mil reais. Uma vítima do golpe informou aos policiais civis que foi abordada na rua de maneira insistente. A golpista alegou ser os produtos da Alemanha e mesma a vítima não querendo comprá-las, a mulher reduziu o valor inicial de R$ 2,4 mil para 1.400,00 e deixou a vítima constrangida.

Os quatro foram autuados em flagrante pelo delegado Guilherme Pompeo pelos crimes de estelionato e associação criminosa. As duas mulheres foram liberadas na audiência de custódia porque têm filhos pequenos. Os dois homens tiveram a prisão preventiva decretada e serão encaminhados ao centro de detenção em Lucas do Rio Verde.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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