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Surfe: Tati Weston-Webb é campeã em J-Bay e sobe para 3º lugar da WSL

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A brasileira Tatiana Weston-Webb conquistou na manhã desta sexta-feira (15) o título de Jeffreys Bay (África do Sul), a nona etapa da Liga Mundial de Surfe (WSL).  A gaúcha de 26 anos superou na final a australiana Tyler Wright com parcial de 17.50 a 15.6 e, de quebra, assumiu a terceira posição no ranking mundial. J-Bay é a penúltima  etapa do circuito para definir as top 5 que disputarão os títulos mundiais de 2022 no WSL Finals em Trestles (Califórnia).

Com o triunfo de hoje (15), Tati tornou-se a única mulher a faturar duas etapas nesta temporada – ela fora campeã em Bells Beach (Austrália). Para chegar à final, Tati superou na semi a campeã olímpica Carissa Moore, atual líder do ranking. A havaiana, pentacampeã mundial, interferiu em uma das ondas e foi punida com a perda de uma nota. A brasileira avançou à final com vitória de 9.60 a 5.50.

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Na decisão do título contra Tyler Wright, bicampeã mundial, Tati sobrou em J-Bay. A brasileira somou notas 8,5 e 9,0 – esta última a mais alta na etapa sul-africana – contra 8.17  7.50 da australiana.

Masculino

Entre os homens, Yago Dora foi o brasileiro que chegou mais longe na disputa masculina. O catarinense perdeu a semifinal para o australiano Ethan Ewing, que na sequência venceu o compatriota Jack Robinson, faturando o título de J-Bay.

O campeão olímpico Ítalo Ferreira deu adeus nas quartas, ao perder para o japonês Kanoa Igarashi por apenas 0,43: Igarashi avançou ao somar 15.43 contra 15.00.  Na  outra bateria das quartas Samuel Pupo foi superado pelo australiano Jack Robinson, por 12.83 a 7.83.

Mesmo fora da reta final em J-Bay, o paulista de Ubatuba Filipe Toledo (53.360 pontos) segue na liderança do circuito. Ítalo Ferreira (39.130). Os cinco primeiros colocados no ranking disputarão o título mundial no WSL Finals. 

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Última etapa

A temporada regular de 2022 chega ao fim em Teahupo’o (Taiti), no período de 11 a 21 de agosto, com a décima etapa, que definirá os cinco classificados para o título mundial no WSL Finals (feminino e masculino), em Trestles, na Califórnia (Estados Unidos), a partir de 8 de setembro.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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