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Batalhão Ambiental da PM apreende 45 quilos de pescado irregular durante fiscalização

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Policiais militares do Batalhão Ambiental realizaram a apreensão de 45 quilos de pescado que estavam sendo transportados irregularmente, na noite desta sexta-feira (15.07), em Santo Antônio do Leverger. Na ação, um homem de 54 anos foi conduzido para a Delegacia.

Por volta das 21 horas, durante fiscalização na rodovia MT-040, a equipe do Batalhão Ambiental realizou abordagem a um veículo Gol branco. De imediato, o condutor do veículo revelou que estava transportando grande quantidade de pescado.

Os policiais militares indagaram ao suspeito se ele seria pescador profissional, o que foi negado pelo homem. Questionado se possuía documentação para o transporte do pescado, o motorista também afirmou que não tinha autorização de órgãos competentes.

Em vistoria ao veículo, foram localizados 59 peças de Pacupeva, 27 Piraputangas, 20 Piavuçus, duas unidades de Pacu e uma espécie de Piava.

Diante da situação, o suspeito foi conduzido para a sede do Batalhão Ambiental, onde foi registrado o boletim de ocorrência, os autos de infrações e as demais providências do caso.

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Todo o pescado apreendido foi doado para a Creche Municipal Antônio Norberto Correa de Barros Filho, localizada em Várzea Grande.

Fonte: GOV MT

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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