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‘Apanhei sozinho e fiquei quieto’, diz Geller sobre Mendes

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Pré-candidato ao Senado, o deputado federal Neri Geller (PP) negou que tenha traído o governador Mauro Mendes (União Brasil) ao se alinhar junto à federação formada pelo PT, PV e PCdoB.

Após reunião de estreitamento de alianças entre a federação e o PDT, realizada na tarde desta segunda-feira (18), Geller afirmou que “apanhou e ficou quieto” no que diz respeito ao fato de Mendes não tê-lo apoiado na disputa ao Senado.

A suposta traição foi questionada em meio ao cenário no qual Mendes, ainda que sem citar apoio declarado ao senador Wellington Fagundes (PL), demonstra aproximação com o parlamentar, que é encarada por muitos como um sinal indireto de amparo à pré-campanha ao Senado.

Deixado de lado pelo governador, Geller afirma que nunca traiu Mendes e citou diversos momentos em que ficou ao lado do governador, sem críticas ao mandatário do Palácio Paiaguás.

“Eu não fiz uma crítica ao governo, nenhuma. Apanhei sozinho, fiquei quieto, fui procurei meu caminho porque é a democracia. Então, traição da nossa parte não tem uma vírgula”, disparou.

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Geller emendou apontando o quanto a bancada federal teria trabalhado em prol do estado no governo de Mendes, destacando as ações do senador Carlos Fávaro (PSD) – cujo nome é comentado nos bastidores como possível pré-candidato à disputa pelo governo.

“Olha o que o Fávaro fez pelo Estado. Só na emenda do Auxílio Emergencial, uma emenda que ele fez, trouxe mais de R$ 1,4 bilhão. O governo do Estado deve muito à atuação da bancada federal. E o Fávaro foi extremamente importante como eu fui”, apontou.

“A ferrovia quem ajudou a trazer fomos nós, a renegociação da dívida do Estado quem ajudou fomos nós, recurso do orçamento de guerra quem ajudou fomos nós, quem trouxe dinheiro para ele no primeiro ano quando não tinha dinheiro para pagar o repasse constitucional dos municípios fomos nós. Temos 100% de lealdade. Aqui, de traição, com certeza essa pecha não é para nós”, acrescentou.

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Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados em pesquisa para deputado estadual em Mato Grosso

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A corrida por uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) segue marcada por um alto índice de indefinição do eleitorado. Pesquisa de intenção de voto espontânea realizada pelo Instituto Mais, por encomenda do Portal VG Notícias, revela que 62,7% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder, enquanto 20,3% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Somados, os dois grupos representam 83% do eleitorado sem um voto definido.

Entre os nomes lembrados espontaneamente pelos entrevistados, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) lidera com 1,8% das citações.

Indecisão é o principal cenário da disputa

O levantamento reforça que a eleição para deputado estadual ainda está em uma fase inicial de consolidação. Como a pesquisa foi realizada no formato espontâneo, sem apresentação de lista de candidatos aos entrevistados, o percentual elevado de indecisos demonstra que a maioria dos eleitores ainda não definiu sua escolha para a ALMT.

Além dos 62,7% que não souberam responder, os 20,3% que declararam intenção de votar em branco ou anular o voto ampliam o cenário de indefinição para mais de oito em cada dez eleitores.

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Lúdio lidera lembrança espontânea; Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados

Na pesquisa espontânea, Lúdio Cabral aparece na primeira colocação, com 1,8% das intenções de voto. Em seguida estão Dr. João (MDB), com 1,5%; Thiago Silva (MDB), com 1,4%; Gilberto Cattani (PL) e Max Russi (Podemos), ambos com 1,3%; e Eduardo Botelho (MDB), com 1,2%.

Na sequência aparecem Aldecino Lopo (Podemos) e Nininho (PSD), ambos com 0,8%, seguidos por Meraldo Sá (Podemos) e Dilmar Dal Bosco (União Brasil), com 0,7% cada. Jéssica Riva registra 0,5%, enquanto Valdir Barranco (PT) soma 0,4%.

O levantamento também registra um grupo de candidatos lembrados por 0,3% dos entrevistados. Entre eles está Alex Rodrigues, além de Moacir Couto, Zé Carlos do Pátio, Alan Porto, Diego Guimarães, Beto Dois a Um, Carlos Sirena, Ari Lafin, Léo Bortolin, Alcino Barcelos e Adenilson Rocha.

Segundo o relatório divulgado, candidatos com percentual inferior a 0,3% não foram individualizados na tabela da pesquisa.

Como foi realizada a pesquisa

O levantamento foi conduzido pelo Instituto Mais entre os dias 21 e 26 de julho de 2026, ouvindo 1.200 eleitores em diferentes municípios de Mato Grosso.

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A pesquisa possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A definição da amostra utilizou informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando os Censos Demográficos de 2010 e 2022.

O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-05675/2026 e BR-07878/2026.

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