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Brasil vai à final da Copa América Feminina e garante vaga olímpica

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A presença brasileira na Olimpíada de Paris (França) está oficialmente confirmada. Nesta terça-feira (26), faltando exatamente dois anos para os Jogos de 2024, a seleção feminina de futebol se tornou a primeira equipe do país a garantir presença no evento com a vaga à final da Copa América, disputada na Colômbia. Pela semifinal, o time de Pia Sundhage bateu o Paraguai por 2 a 0 no Estádio Alfonso López, em Bucaramanga, mesmo palco onde decidirá o título continental no sábado (30), às 21h (horário de Brasília), contra as anfitriãs.

Além do lugar em Paris, o Brasil se garantiu na Copa do Mundo do ano que vem, na Austrália e na Nova Zelândia. Ao contrário da Olimpíada, para a qual se classificariam somente os finalistas, os três primeiros da Copa América vão diretamente ao Mundial. O terceiro colocado será conhecido nesta sexta-feira (29), às 21h, no Estádio Centenário, em Armenia, no confronto entre Paraguai e Argentina. Quem perder, disputará a seletiva internacional ao lado do Chile, que ficou em quinto lugar.

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Apesar do susto paraguaio aos dois minutos, em cabeçada da zagueira Verónica Riveros que a zagueira Tainara salvou em cima da linha, foi o Brasil quem abriu o placar. Aos 16, a meia Adriana cruzou pela direita, a zaga afastou e a sobra ficou com Tamires na entrada da área. A lateral rolou para a atacante Bia Zaneratto, que não conseguiu o domínio, mas ajeitou para a volante Ary Borges bater rasteiro, no canto. Aos 27 minutos, a atacante Debinha e a lateral Antônia dividiram com a defesa do Paraguai e Bia Zaneratto aproveitou a bola na área, soltando a bomba para ampliar e balançar as redes no 100º jogo dela pela seleção principal.

No segundo tempo, as paraguaias mantiveram a estratégia de buscar as bolas paradas e ensaiaram uma pressão na saída brasileira, mas sentiram o desgaste. Mesmo em ritmo mais lento que nos 45 minutos iniciais, o Brasil se manteve no campo de ataque, com a meia Kerolin sendo a jogadora mais ativa. A equipe canarinho teve diversas chances para ampliar a vantagem, mas errou nas tomadas de decisão e na finalização.

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O Brasil é o maior vencedor da Copa América, com sete títulos em oito edições, sendo os três últimos consecutivos. Somente em 2006, quando a Argentina sediou o torneio e levou a taça, é que as brasileiras ficaram na segunda posição. A Colômbia, adversária na decisão, busca um feito inédito, após dois vices, em 2010 e 2014, ambos para a seleção canarinho.

Além de Brasil e Colômbia, os Estados Unidos e a anfitriã França estão assegurados na Olimpíada de Paris. As norte-americanas se garantiram com o título do Campeonato das Américas do Norte e Central e Caribe, realizado no México, conquistado no dia 18, ao derrotarem o Canadá (atual campeão olímpico) por 1 a 0 na final.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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