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Lateral sinopense aceita proposta e deve assinar renovação com o São Paulo antes de jogo decisivo
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O lateral sinopense Igor Vinícius chegou a um acordo com o São Paulo para a renovação de seu contrato. O lateral-direito deverá assinar nesta terça ou quarta-feira um novo vínculo válido até o fim de 2025, recebendo um aumento salarial e luvas.
A renovação de Igor Vinícius acontecerá antes do jogo decisivo contra o América-MG, em Belo Horizonte, pela volta das quartas de final da Copa do Brasil. O lateral-direito vem sendo um dos destaques do São Paulo nos últimos jogos e se consolidou como titular absoluto no setor, desbancando o experiente Rafinha.
Igor Vinícius e São Paulo vinham conversando há tempo, mas a primeira proposta do clube não agradou o atleta e seu staff, que a considerou bem aquém das expectativas. Uma contraproposta foi solicitada e, depois de um período estagnadas, as conversas avançaram nas últimas semanas.
Igor Vinícius chegou ao São Paulo em 2019, emprestado pelo Ituano, como uma aposta. Desde que desembarcou no Morumbi, o lateral-direito atuou com frequência em todas as temporadas, mas até então jamais havia se firmado como titular absoluto na posição.
Em 2022, Igor Vinícius foi beneficiado pelo esquema de três zagueiros armado por Rogério Ceni. Com mais liberdade para atacar, contando com uma retaguarda maior, o camisa 2 do São Paulo passou a se destacar muito mais, explorando sua velocidade e chegada na linha de fundo.
Igor Vinícius soma 138 jogos pelo São Paulo, sete gols e 16 assistências. O lateral-direito foi às redes nos últimos dois jogos do time e vive sua temporada mais goleadora da carreira, somando quatro gols em 2022.
Gazeta Esportiva (foto: Só Notícias/arquivo)
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0