Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

IFMT abre concurso com vagas em Sinop, Alta Floresta, Guarantã e outras cidades

Publicados

MATO GROSSO

O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) lançou um novo edital de concurso público para preenchimento de 24 vagas efetivas em nove unidades da instituição. Há oportunidades para as cidades de Alta Floresta, Campo Novo do Parecis, Cuiabá, Confresa, Guarantã do Norte, Pontes e Lacerda e Sinop.

Em Alta Floresta, serão preenchidos os cargos de assistente de alunos, técnico de laboratório de informática, técnico em contabilidade e tecnológo em gestão pública. Em Campo Novo do Parecis, as vagas são para assistente em administração e bibliotecário. Confresa tem vagas para assistente de alunos, assistente em administração, bibliotecário, psicólogo, técnico em assuntos educacionais e técnico em TI.

Para Cuiabá, os candidatos podem se inscrever para os cargos de técnico em TI. Em Guarantã do Norte, as vagas são para a área de laboratório de informática e técnico em contabilidade. Pontes e Lacerda possui vagas para assistente em administração e técnico em laboratório de informática.

No campus da reitoria, a vaga é para assistente de TI, enquanto que no campus São Vicente a oportunidade é para o cargo de assistente em administração e técnico em TI. Sinop possui uma única vaga para o cargo de técnico de laboratório de informática.

Leia Também:  Relação entre as ouvidorias e as condutas vedadas no período eleitoral é abordada durante Tricotando sobre Ouvidoria

As inscrições estarão abertas no período de 16 de setembro a 16 de outubro, pelo site da instituição. As taxas variam de R$ 140 a R$ 160. A prova objetiva para todos os cargos está prevista para o dia 8 de janeiro de 2023.

Os aprovados trabalharão 40 horas por semana e receberão salários de R$ 1,9 mil a R$ 4,1 mil, acrescidos de auxílio alimentação no valor de R$ 458.

Só Notícias/Herbert de Souza (foto: reprodução)

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

Publicados

em

Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

Leia Também:  Polícia Militar prende suspeito e recupera mais dois veículos roubados de lava jato

Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

Leia Também:  Em 1ª votação, Assembleia Legislativa aprova projeto do Governo para renovar Fethab

Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA