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Seleção brasileira de judô é convocada para Mundial no Uzbequistão

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A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) anunciou hoje (2), no Rio de Janeiro, os 19 atletas convocados para o Campeonato Mundial da modalidade, entre 6 e 13 de outubro, em Tashkent, no Uzbequistão. O vencedor soma dois mil pontos no ranking de classificação para a Olimpíada de Paris, em 2024.

Nesta temporada, o Brasil esteve dez vezes no pódio em etapas de Grand Prix e Grand Slam, duas delas no topo, ambas com Guilherme Schmidt, na categoria até 81 quilos. Ele, atualmente, é o quarto melhor do mundo no peso, sendo o judoca homem do país mais bem colocado no ranking da Federação Internacional de Judô (IJF, sigla em inglês). A brasileira melhor posicionada, porém, é Beatriz Souza, terceira da categoria acima de 78 quilos.

Pesos

Dos 19 convocados, oito estão entre os dez primeiros dos respectivos pesos. Além de Guilherme e Beatriz, ocupam o top-10 os judocas Willian Lima (sexto na categoria até 66 kg), Rafael “Baby” Silva (sétimo na categoria acima de 100 kg), Rafaela Silva (nona na categoria até 57 kg), Ketleyn Quadros (quarta na categoria até 63 kg), Maria Portela (oitava na categoria até 70 kg) e Mayra Aguiar (sexta na categoria até 78 kg).

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Mayra, aliás, é dona de seis medalhas na competição e mira o tricampeonato mundial, que seria inédito para o Brasil, entre homens e mulheres. Os dois títulos vieram em Chelyabinsk (Rússia) e Budapeste (Hungria), em 2014 e 2017, respectivamente. Além dela, Rafaela também teve o gostinho de ser campeã mundial, em 2013, no Rio de Janeiro.

“Com a mudança de calendário, adiando o evento de agosto para outubro, precisamos recalcular a rota e manter a preparação no nível que um Mundial exige. Os atletas ficaram quase dois meses sem competições grandes com essa mudança, mas, em conjunto com os clubes, construímos um caminho de preparação, passando pelo Troféu Brasil, que manteve os atletas em ritmo competitivo. Agora, estamos na fase final, encarando os principais adversários em treinamentos de campo internacionais. Acredito que a equipe chegará muito bem para esse Mundial”, avaliou o gerente de Alto Rendimento da CBJ, Marcelo Teothonio, ao site da entidade.

O último Mundial foi em junho do ano passado, em Budapeste. O judô brasileiro conquistou três medalhas de bronze, sendo uma na disputa por equipes mistas e duas na categoria acima de 78 kg, com Beatriz Souza e Maria Suellen Altheman. O país, no entanto, persegue um ouro que não vem desde o título de Mayra na capital húngara, em 2017.

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Confira os convocados para o Mundial

Seleção masculina

Até 60kg – Allan Kuwabara

Até 66kg – Willian Lima e Eric Takabatake

Até 73kg – Daniel Cargnin

Até 81kg – Guilherme Schimidt

Até 90kg – Rafael Macedo e Marcelo Gomes

Até 100kg – Rafael Buzacarini

Acima de 100kg – Rafael Silva e Juscelino Nascimento*

* Juscelino competirá somente na disputa por equipes.

Seleção feminina

Até 48kg – Amanda Lima

Até 52kg – Larissa Pimenta

Até 57kg – Rafaela Silva e Jéssica Lima

Até 63kg – Ketleyn Quadros

Até 70kg – Luana Carvalho e Maria Portela

Até 78kg – Mayra Aguiar

Acima de 78kg – Beatriz Souza

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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