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Com 3 brasileiros, janela de competições do WSL Finals começa nos EUA

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Com a participação de três brasileiros, começa nesta quinta-feira (8), a partir das 11h (horário de Brasília), a janela de competições (que vai até o próximo dia 16) do WSL Finals, etapa realizada em San Clemente, Califórnia (EUA), e que definirá os grandes campeões do Circuito Mundial de Surfe.

Esta é a segunda oportunidade na qual é organizada uma etapa especial com os títulos sendo disputados entre os top-5 e as top-5 do ranking, em um sistema de baterias mata-mata, no melhor dia do mar nas ondas de alta performance da praia de Lower Trestles.

O Brasil chega forte à disputa, com três representantes, dois entre os homens (Filipe Toledo e Italo Ferreira) e uma entre as mulheres (Tatiana Weston-Webb), todos com experiência no Finals, pois participaram da primeira edição, no ano passado. A grande ausência é Gabriel Medina, que garantiu o título masculino em 2021.

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Agora o brasileiro melhor posicionado na disputa é Filipe Toledo, que, como atual líder do ranking masculino, só cairá na água para disputar a grande decisão: “Estou muito feliz por estar de volta, muito feliz por disputar o WSL Finals novamente. No ano passado, a primeira final foi muito legal. Sou abençoado por estar de volta aqui, por estar de volta em casa com minha família e amigos, e fazer o que amo, que é surfar. Mal posso esperar”.

Forma de disputa

O WSL Finals será em sistema mata-mata, definindo desta forma os campeões mundiais de 2022. Os líderes dos rankings terão a maior chance e decidirão os títulos em uma melhor de três baterias. No masculino, Italo Ferreira será o primeiro brasileiro a competir no WSL Finals e seu adversário será o japonês Kanoa Igarashi. Quem vencer mede forças com o terceiro colocado do ranking, o australiano Ethan Ewing. Aquele que sair vencedor da segunda eliminatória terá pela frente Jack Robinson, da Austrália. E a partir desse terceiro embate será definido quem fará a final, em uma melhor de três, com Filipe Toledo.

Entre as mulheres a disputa começa com a bateria entre a australiana Stephanie Gilmore e a costa-riquenha Brisa Hennessy. A vencedora terá pela frente a brasileira Tatiana Weston-Webb. Deste embate sairá a adversária da francesa Johanne Defay. E, nesta terceira eliminatória, será definida a surfista que disputará a decisão, em uma melhor de três, com a norte-americana Carissa Moore.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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