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Stefani é campeã de duplas em WTA na Índia, seu 1º torneio pós-retorno

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O domingo (18) foi especial para a brasileira Luisa Stefani, de 25 anos, campeã nas duplas do WTA 250 de Chennai (Índia), ao lado da canadense Gabriela Dabrowski. É o primeiro título de Stefani nesta temporada: a paulista voltou a competir no Aberto de Chennai, após um ano em recuperação de uma cirurgia no joelho direito. A parceria Brasil-Canadá sobrou em quadra na final contra a dupla da russa Anna Blinkova com a georgiana Natela Dzalamidze: vitória por 2 sets a 0 (parciais de 6/1 e 6/2).

“Muito feliz com o título, mas principalmente com a semana. Estou me sentindo super bem, o joelho está bem, o corpo também. Assim como a cabeça boa. Muito contente em voltar a jogar, a competir. A gente foi melhorando jogo após jogo, e eu me sentindo melhor. E jogar com a Gabi, não tenho nem palavras. Não tem ninguém que eu gostaria de estar ao lado, mais do que ela, nesta volta. Estava comigo na lesão, no momento que foi muito duro, e agora conseguir o título as duas juntas é inexplicável”, disse emocionada Stefani, em entrevista aos organizadores do WTA de Chennai.

Stefani e Gabi disputavam a semifinal do US Open do ano passado, quando a brasileira rompeu o ligamento cruzado do joelho direito.  Antes elas haviam sido campeãs juntas no WTA de Montreal (Canadá) e vices em San Jose e Cincinnati – ambos os torneios nos Estados Unidos. Também na temporada  passada, Stefani foi vice duas vezes ao lado da norte-americana Hayley Carter – no WTA 500 de Abu Dhabi (Emirados Árabes) e no WTA 500 de Adelaide (Austrália).

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O próximo desafio da brasileira será o WTA 500 de Tóquio, com início nesta segunda-feira (19), no qual jogará ao lado da japonesa Ena Shibahara. E logo na estreia, Stefani enfrentará Gabi Gabrowski com outra parceira, a mexicana Giulia Olmos. Stefani tem boas recordações de Tóquio, onde conquistou o bronze, sua primeira medalha olímpica, ao lado da compatriota Laura Pigossi, na edição passada.

“Agora, a vida é assim, tênis é assim. Nada descreve o tênis melhor. Hoje estamos aqui juntas, ganhando um título, no próximo torneio, uma contra a outra. E estou muito animada para fazer um bom jogo contra elas. Estão tendo um ótimo ano, entrosadas”, concluiu Stefani.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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