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Novos servidores concursados passam por treinamento no Indea

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Os 97 novos servidores públicos do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT) iniciaram, nesta segunda-feira (17.10), no Hotel Paiaguás, em Cuiabá, o treinamento “Pré-serviço 2022”. A medida é uma política do Indea, para que os novos colaboradores conheçam a estrutura do órgão e aprendam sobre o funcionamento das coordenadorias administrativas e técnicas.

Após um hiato de 10 anos, os novos servidores ingressaram no Indea por meio de concurso público realizado em maio deste ano. Eles foram nomeados em agosto e entraram em efetivo exercício há cerca de 40 dias. Ao todo, foram convocados 111 novos servidores, mas 97 tomaram posse.

Eles vieram de todas as regionais para participar do treinamento. Nestes primeiros dias do treinamento, vão receber informações sobre questões administrativas, como uso de veículos oficiais, Sigadoc, pedido de diárias e materiais de consumo, entre outros tópicos.

A partir de 20 de outubro, eles devem receber treinamento sobre a área técnica na defesa vegetal, animal, tecnologia da madeira, fiscalização e a inspeção de produtos de origem animal.

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“O treinamento, na parte técnica, é dividido entre as carreiras e perfis dos agentes técnicos agropecuário (nível médio), médicos veterinários e engenheiros agrônomos. No total, serão 84 horas/aulas e a intenção é a de que o Indea tenha sempre servidores treinados para prestar um melhor serviço à sociedade”, explicou o diretor administrativo do Indea/MT, Luiz Gustavo Tarraf Caran. 

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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