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“As policiais militares merecem nosso reconhecimento pela coragem e garra que têm”, destaca a primeira-dama

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A declaração é da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, feita nesta segunda-feira (24.10) durante evento em homenagem às policiais militares do estado, promovido pelo Comando Geral da Polícia Militar. Na solenidade foi entregue a Medalha Sargento Macaúba para 20 policiais de diferentes regiões do estado.

O Comandante da Polícia Militar, Coronel Mendes, agradeceu a presença da primeira-dama e ressaltou a coragem e a força que Virginia Mendes representa. “É uma grande honra ter a presença da primeira-dama nesta homenagem. Uma mulher aguerrida, que passou por um momento difícil, lutou para vencer uma doença, e ainda encontrou forças para ajudar o marido num momento de decisão. A senhora é exemplo de entusiasmo e de perseverança”, destacou Cel. Mendes.

A homenageada major Cláudia Costa lembrou a dedicação da primeira-dama na área social. “A gente acompanha o trabalho social que a dona Virginia desenvolve no estado, dentre várias ações ela é defensora nata das mulheres, além de ser muito presente em tudo o que faz. Estamos felizes com a presença dela, porque ela simboliza força e nos motiva”, ressaltou a major.

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Virginia Mendes parabenizou o comandante geral da PMMT e destacou a coragem e a determinação das policiais militares. “Essa homenagem é legítima e quero parabenizar o comandante Mendes pela iniciativa de envolver toda a corporação no reconhecimento de mulheres tão guerreiras. Viemos nesta homenagem para expressar nossa gratidão a essas mulheres pela bravura e pelo trabalho desempenhado na segurança pública do nosso estado”, pontuou Virginia Mendes.

Para celebrar a importância da presença da mulher na corporação, foi criada, em 04 de agosto de 2010, a Lei nº 9.432, que institui o ‘Dia da Mulher Policial Militar’, celebrado todo dia 20 de outubro.

Na mesma ocasião, também foi instituída a Medalha “2º SGT PM Antônia Macaúba da Costa”, homenageada in memoriam, sendo uma das primeiras mulheres a ingressar na PMMT. Ela destacou-se pela celeridade, aptidão, dedicação à atividade policial e sua trajetória continua servindo como referência para muitas.

Atualmente, o efetivo feminino na PMMT é composto por 549 policiais – coronéis, tenentes-coronéis, majores, capitãs, tenentes, sargentos, cabos e soldados.

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Participaram da cerimônia a suplente de senador Margareth Buzetti, a vereadora de Cuiabá Michele Alencar, a deputada federal eleita Cel. Fernanda, as juízas Ana Cristina Mendes, Olinda Castrillon, Maria Rosi, Célia Vidotti, Adair Julieta, Comandante do Departamento de Controle de Incêndio e Pânico BM, tenente-coronel Luciana Bragança, a empresária Mônica Carvalho, dentre outras autoridades.

Fonte: GOV MT

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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