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Corpo de mulher desaparecida é encontrado enterrado em região de mata

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O corpo de Viviane Vitória Tavares, vítima de feminicídio, foi encontrado nesta segunda (14) em Confresa (a 1145 km de Cuiabá). A vítima estava desaparecida desde o dia 15 junho, quando supostamente saiu de casa no distrito de Santo Antonio do Fontoura, após uma briga com o marido.

O corpo estava enterrado em uma região de mata na zona rural próximo ao distrito. A mala de roupas e a bolsa com documentos da vítima foram encontrados a cerca de 20 metros do local em que ela foi enterrada. 

O marido da vítima, suspeito de crime feminicídio e ocultação de cadáver, teve o mandado de prisão cumprido na última quinta-feira (10) em uma ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e Goiás, realizadas pelas equipes da Delegacia de Confresa, Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (Gepatri) e Repressão a Narcóticos de Cristalina (Genarc).

 

Após a prisão no estado de Goiás, o suspeito de 33 anos confessou o crime e indicou o local onde teria escondido o corpo da vítima.

PJC-MT

Viviane Vit�ria Tavares

Crime 

As investigações realizadas pela equipe da Delegacia de Confresa iniciaram no dia 26 de junho, quando um tio da vítima procurou a unidade policial para registrar o desaparecimento da sobrinha. Segundo as informações, a vítima mandou uma mensagem pelo celular dizendo que havia se separado do marido e pegou uma carona com um caminhoneiro para o estado do Pará.

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Desde a mensagem, a vítima não entrou mais em contato com a família e nem retornou para Confresa, o que levantou a desconfiança dos familiares.

Nas diligências investigativas, os policiais civis da Delegacia de Confresa apuraram que a vítima morava com o suspeito no distrito de Santo Antônio do Fontoura, localizado a cerca de 100 quilômetros de Confresa e no dia do seu desaparecimento teria se desentendido com o marido.

Na época, o suspeito foi ouvido sobre o desaparecimento e disse que após a briga, deixou a companheira nas proximidades do município, onde ela poderia ter pegado carona com alguém, porém a vítima nunca retornou para sua residência. Após os fatos, o suspeito tentou mudar de nome e fugiu para o estado de Goiás.

Diante das evidências do envolvimento no desaparecimento da vítima, foi representado pelo mandado de prisão do suspeito, que foi deferido pela Justiça e cumprido na quinta-feira (10), após troca de informações entre a Polícia Civil de Mato Grosso e Goiás.

Ao ser interrogado, ele confessou o crime, dizendo que matou a companheira utilizando uma roda de carro para aplicar golpes contra a cabeça da vítima e também apontou o local em que teria escondido o corpo e os pertences da vítima. 

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O suspeito permanece preso no estado de Goiás e deve ser recambiado para unidade prisional de Porto Alegre do Norte após autorização da Justiça. 

FONTE/ REPOST: RD NEWS 

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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