MATO GROSSO
Empresas de Sinop fecham as portas em apoio a manifestantes
MATO GROSSO
LIZ BRUNETTO
DA REDAÇÃO
Circula nas redes sociais uma lista com o nome de 26 empresas de Sinop que fecharam as portas nesta terça-feira (22) em apoio às manifestações que estão acontecendo em todo o Estado contra o resultado das eleições 2022, que elegeram como presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na descrição da publicação os caminhoneiros são chamados de “heróis” e “irmãos”, e os empresários afirmam que só retomarão as atividades quando “as reivindicações do povo brasileiro forem atendidas”.
O MidiaNews entrou em contato com alguns deles, que confirmaram o fechamento. Outros alegaram ainda avaliar a situação para se posicionar.
O gerente de vendas da empresa Transterra, que não quis fornecer o nome, confirmou o fechamento por tempo indeterminado, mas negou que a decisão seja em apoio às manifestações ou aos caminhoneiros.
“Não é em apoio aos caminhoneiros, é em amor à pátria e apoio ao Brasil. Não tem nada a ver com isso, é uma opção nossa para apoiar o País”, declarou.
Já o empresário Daniel Martins, sócio da Santa Cruz Imóveis, declarou apoio aos movimentos e reivindicações dos manifestantes, apesar de achar extremo o pedido de intervenção das Forças Armadas. O seu empreendimento está fechado, ainda, por tempo indeterminado.
“A gente quer que anulem as eleições com certeza. Tem que pegar esse STF e reformular, tem muita coisa errada nesse Brasil e a eleição foi fraudada com certeza. Eu acredito nisso”, disse.
O indício apontado pelo empresário para a hipótese seria o comportamento adotado pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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