MATO GROSSO
Pai flagra filha transando, agride genro, que foge nu na AV. do CPA
MATO GROSSO
Um homem de 43 anos agrediu a “vassouradas” um adolescente de 17 anos, seu genro, após flagrar ele transando com a filha na madrugada deste sábado (26), em Cuiabá.
Para se livrar das agressões do sogro, o adolescente fugiu pelado da casa do sogro e foi parar no Hotel Taiamã, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA).
Segundo relatos da Polícia Militar, funcionários do hotel acionaram os agentes relatando que um menor havia entrado no hotel nu, pedindo ajuda, e dizendo que havia sido assaltado.
Minutos depois, um homem mais velho também apareceu no hotel com humor agressivo procurando o adolescente.
Os funcionários do hotel relataram à polícia, que o homem chegava a bater com a mão na mesa do balcão da recepção e gritava para que apresentassem o adolescente “senão vocês irão se ver comigo”. Com a negativa, o homem foi embora do local.
Aos policiais e com o sogro fora do hotel, o adolescente contou que namora a filha do homem e foi até a casa dela para se verem. No local, decidiram transar com consentimento dos dois e foi para o quarto da menina.
O sogro, então, apareceu, bateu à porta que estava trancada e então decidiu arrombar, flagrando o casal. Com isso, segundo o adolescente, o homem ficou agressivo, pegou um pau de vassoura e quebrou nas contas do genro.
FONTE/ REPOST: MÍDIA NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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