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Vitória da seleção embala expectativa do hexa entre torcedores no Rio

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Após mais uma vitória da seleção brasileira, torcedores no Rio de Janeiro estavam confiantes no hexa. Há, no entanto, uma preocupação com a ausência da principal estrela da equipe na sequência da competição. Neymar, que ficou fora da partida de hoje (28) contra a Suíça, também já é ausência certa no próximo confronto contra Camarões, na sexta-feira (2). Seu retorno nas oitavas de final ainda é incerto.

Antes mesmo da bola rolar, torcedores que já chegavam para acompanhar a partida nos telões instalados na Fifa Fan Fest de Copacabana demonstravam otimismo. O estudante Enzo Tarcitano apostava em um placar elástico de 3 a 0 e via o time preparado para lidar com a ausência de Neymar. “Claro que preocupa, mas temos time pra ser campeão mesmo assim”, dizia.

A técnica de segurança do trabalho Leidiane Rocha também acreditava que o Brasil balançaria as redes três vezes, embora com um gol dos suíços, que daria à partida o resultado final de 3 a 1. Ela, no entanto, espera um breve retorno do Neymar. “Brasil sem ele não é o mesmo time”.

Em meio a uma chuva torrencial sobre a capital carioca ainda no meio do primeiro tempo, a confiança foi dando lugar à ansiedade. Mas quando Casemiro estufou as redes aos 38 minutos do segundo tempo, os gritos de gol dos que resistiram encharcados na praia de Copacabana se uniu aos dos torcedores que se preservavam secos em bares e reuniões familiares por toda a cidade.

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Após o apito final, ainda que o placar magro de 1 a 0 possa ter frustrado a expectativa dos mais otimistas, o psicólogo Felipe Lyra enumerou pontos positivos da partida. O clima em sua casa, onde ele reuniu amigos para ver o jogo, também transitou entre a ansiedade e o alívio.

“Não foi fácil. Mais difícil que a estreia contra a Sérvia. Pegamos um adversário fechadinho. Mas o Brasil controlou bem, sofreu pouco na defesa mais uma vez. E no fim das contas conseguiu o gol, que era o que mais importava”, disse.

Satisfeito e confiante, Felipe lembra que o Brasil se juntou à França como as duas únicas seleções a somarem 6 pontos nos dois primeiros jogos e está se encaminhando para ser o primeiro classificado do Grupo G. “As dificuldades fazem parte de uma Copa do Mundo. E a ausência do Neymar é um problema, claro. Vamos esperar que ele possa voltar para as oitavas”, ponderou.

Caso o retorno do jogador não se confirme, o torcedor espera que o Brasil tenha uma formação diferente daquela que iniciou a partida de hoje. Ele elogiou as atuações de Bruno Guimarães e Rodrygo que entraram no segundo tempo. “Vamos ver se o Tite se anima a fazer uma escalação mais ofensiva se o Neymar não voltar”.

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O professor universitário Roberto de Moraes, por sua vez, ficou mais ressabiado com a atuação da equipe. Ele avalia que Tite não fez a melhor escolha para suprir a ausência de Neymar.

“Achei o time sem criação nenhuma, travado, com gol num lance fortuito. O Tite alterou mal, encheu o time de atacantes, sem ninguém no meio para pensar e criar jogadas. E o jogador com inteligência o suficiente para efetivamente contornar a ausência do Neymar, o Everton Ribeiro, parece ter ido ao Catar só para passear. Vamos ver como será nos próximos jogos, mas do jeito que foi hoje, melhor torcer pela rápida recuperação do tornozelo do Neymar”.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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