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Sepultada idosa atropelada por caminhão dirigido pelo genro em Lucas do Rio Verde

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Odete da Silva Cruz, de 66 anos, foi sepultada esta manhã, em Lucas do Rio Verde. Ela faleceu no domingo, após ser atropelada por um caminhão, no bairro Rio Verde. Segundo informações da Polícia Militar, o genro dela, de 38 anos, assumiu a direção, colidiu no muro e ela foi atingida pelo caminhão. Odete foi atendida no hospital São Lucas, mas não resistiu aos ferimentos. O suspeito foi preso pouco tempo depois. 

De acordo com o boletim da Polícia Militar, a equipe esteve na residência onde os bombeiros atendiam a vítima. A filha dela relatou aos policiais que um homem chegou no local com o caminhão caçamba, contratado para realizar a mudança de sua mãe.  

Depois de carregar a mudança, o seu esposo pegou a direção do veículo e deu ré para sair do local, quando ao realizar a manobra, o veículo bateu na quina do muro, que caiu sobre a vítima, que estava próxima. Odete ao tentar se desvencilhar, caiu embaixo do caminhão.

O dono do caminhão, ao ver a situação, tomou a direção do veículo e fugiu do local sem prestar socorro a vítima, junto com o suspeito que conduzia o caminhão no momento da batida, conforme informações registradas no boletim de ocorrência.  

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Ainda de acordo com o documento policial, a guarnição ao fazer o levantamento no local, foi informada por populares que o suspeito de fazer a manobra estava na esquina da avenida Espírito Santo com Tocantins. Os policiais foram até o local e encontraram ele em visível estado de embriaguez. O acusado confessou ter começado a ingerir bebida alcoólica pela manhã do domingo, por volta das 10 horas. Ele foi conduzido e autuado em flagrante pelo crime de homicídio culposo qualificado (quando não há intenção de matar).

O caso é investigado pela Polícia Civil.

Só Notícias/Kelvin Ramirez e Altair Anderli, de Lucas do Rio Verde (foto: Só Notícias/arquivo)

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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