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Dono de empresa de climatização morre após bater Saveiro em caminhão guincho na BR-163

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Dono de uma empresa de climatização de Lucas do Rio Verde (a 334 km de Cuiabá), Diógenes dos Santos Oliveira, de 37 anos, morreu em um grave acidente de trânsito na BR-163, em Nova Mutum, na tarde desse sábado (10). Ele estava dirgindo um Saveiro quando bateu de frente com um caminhão guincho. 

Uma equipe da Rota do Oeste, responsável pelo trecho, foi acionada para atender a ocorrência. No entanto, a morte de Diógenes foi constatada ainda no local da colisão. 

O motorista do caminhão guincho não ficou ferido e assinou termo de recusa de atendimendo médico. De acordo com informações preliminares, Diógenes teria avançado na preferencial de um contorno de acesso à BR-163, cruzando na frente do caminhão. 

No entanto, a dinâmica do acidente ainda será investigada. Polícia Rodoviária Federal (PRF), Politec e Polícia Civil também estiveram no local da colisão. 

Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a morte de Diógenes. 

“Diogenes Santos Oliveira, você não foi apenas um amigo, foi meu irmão, parte de minha paz. Nunca deixarei de te amar meu amigo, irmão. Nunca deixará de fazer parte de mim. Te amo”, diz uma das publicações. 

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“Não dá pra acreditar, meu amigo. Amo você demais, meu irmão. Descanse em paz”, lamentou outra amiga. 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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