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Posse de Lula: o que pode acontecer se Bolsonaro se recusar a passar a faixa ao presidente eleito

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Em 1º de janeiro acontece a cerimônia de posse na qual o petista Luiz Inácio Lula da Silva será oficializado presidente da República. Pela tradição, o rito inclui a passagem da faixa, instituída em 1910, mas que pode não acontecer caso Jair Bolsonarose recuse a comparecer ao evento.

A última vez que isso aconteceu entre dois presidentes eleitos foi há mais de uma década, quando Lula passou a faixa para Dilma Rousseff, em janeiro de 2011.

Reeleita em 2014, Dilma sofreu um impeachment e, por isso, quem passou a faixa a Bolsonaro em janeiro de 2019 foi Michel Temer, vice eleito na chapa da petista.

“A transmissão da faixa simboliza duas coisas que o Bolsonaro abomina: a democracia e a alternância de poder”, afirma o jornalista Bernardo Mello Franco em entrevista a Natuza Nery.

 

Segundo Mello Franco, as alternativas que a equipe de transição do cerimonial avalia estão “guardadas a sete chaves”.

“Tem muito petista, por exemplo defendendo que a faixa seja entregue pela ex-presidente Dilma Rousseff. O que seria uma espécie aí de uma reparação histórica, considerando que ela não pôde passar faixa para o sucessor, já que ela foi derrubada por um impeachment.”

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G1

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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