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SES suspende permanência de acompanhantes e visitas em hospitais de MT

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) publicou em edição-extra do Diário Oficial do Estado desta terça-feira (13) a portaria nº 871/2022, que suspende temporariamente a presença de acompanhantes e também visitas em unidades de saúde sob gestão do Estado. A medida foi tomada em razão do comunicado de risco da covid-19, emitido pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública do Estado de Mato Grosso. 

 

A SES pondera que a decisão considera o Boletim InfoGripe, divulgado pela Coordenação Geral de Vigilância das Síndromes Gripais do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e da Fiocruz. O boletim sinaliza o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com resultado laboratorial positivo para Sars-CoV-2 (COVID-19) e, concomitantemente, alertam para a necessidade do contínuo monitoramento epidemiológico do Sars-CoV-2 e variantes.

A pasta enfatiza ainda que na Semana Epidemiológica (SE) 47, período compreendido entre os dias 20 a 23 de novembro de 2022, for notificados a nível nacional 44.943 novos casos e destes, 235  resultaram em óbito por COVID-19 pelas Secretarias Estaduais de Saúde ao Ministério da Saúde, cujo resultado aponta para média móvel de 14.981 casos diários e de 78 óbitos. Ainda destacou que 15 estados apresentaram aumento no número de óbitos. “Dentre eles, Mato Grosso, que por sinal apresentou Cuiabá como a capital com o maior coeficiente de mortalidade acumulado, com 601,66 óbitos por 100 mil habitantes”. 

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A SES alerta que foram detectadas no Estado novas subvariantes, sendo elas: BQ.1 (BQ.Q + BQ.Q.) e BA.5.3.1, classificadas como novas linhagens da Variante de Preocupação (VOC) Ômicron. Também está sendo identificada a sublinhagem BA.5.3.1. Também houve aumento de casos de covid e influenza A. 

“Ficam suspensas visitas aos pacientes internados nas unidades sob a gestão direta do estado de Mato Grosso, quais sejam: Hospital Regional de Sorriso, Hospital Regional de Colíder “Masamitsu Takano”, Hospital Regioanal de Sinop “Jorge de Abreu”, Hospital Regional de Cáceres “Dr. Antônio Carlos Souto Fontes”, Hospital Regional de Alta Floresta “Albert Sabin”, Hospital Estadual “Lousite Ferreira da Silva” (Metropolitano), Hospital Regional de Rondonópolis “Irmã Elza Giovanella” e o Hospital Estadual Santa Casa”, destaca portaria.

A Secretaria de Estado de Saúde pontuou que a presença de acompanhantes aos pacientes internados também está suspensa, salvo casos excepcionais previstos em lei, ou seja, à crianças, idosos e Portadores de Necessidades Especiais (PNEs). O eventual revezamento de acompanhantes dos casos excepcionais somente se dará em casos extremamente necessários e mediante avalição prévia da equipe tecnica/clínica. “Caberá à unidade de internação monitorar os acompanhantes quanto ao surgimento de sintomas gripais e a eventual necessidade de testagem desses casos”, ressalta portaria.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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