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Aos 42 anos, Nicholas Santos é tetracampeão mundial nos 50m borboleta
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O brasileiro Nicholas Santos, de 42 anos, sobrou na prova dos 50 metros borboleta no Mundial em piscina curta que começou nesta quarta-feira (14) e vai até domingo (18), em Melbourne (Austrália). O paulista de Ribeirão Preto conquistou o tetracampeonato – e a primeira medalha do país na competição – ao vencer a prova em 21s78, deixando para trás o suíço Noe Ponti (21.96) de 21 anos, e o húngaro Sebastian Szabo (21.98), de 26 anos. Após o triunfo, o nadador anunciou sua aposentadoria.

O MAIOR QUE NÓS TEMOS! 🇧🇷
Você foi e sempre será gigante, @nicholassantos1
🥇🥇🥇🥇#nataaco #yakultbrasil #fluidrabrasil #speedoMSport #Estacio #FinaMelbourne2022 pic.twitter.com/37sjzgtKnz
— CBDA (@CBDAoficial) December 14, 2022
“Não foi fácil nadar com este tempo. Estou ficando velho e deixando isso para os jovens. Eu estava tentando quebrar o recorde mundial, meu próprio recorde. Estive perto, mas não é fácil. Eu tentei algumas vezes”, lamentou Santos, em depoimento à Federação Internacional de Natação (World Aquatics).
O paulista atualizou hoje (14) o recorde da competição, que era dele próprio, mas ficou a três centésimos de quebrar o recorde mundial de 21s75, que divide com o húngaro Szabo.
“Saio da natação com 42 anos e estou muito feliz e orgulhoso. Sou tetracampeão mundial neste evento e saio do esporte como recordista mundial, campeão pan-americano e olímpico”, completou o nadador que disputou seu 18º Mundial da carreira.
Em 2015, quando arrematou o ouro no Mundial em piscina longa aos 35 anos, Nicholas Santos passou a ser o nadador mais velho a subir ao pódio na competição, Desde então, o brasileiro já faturou outras quatro medalhas: prata (2017/piscina longa), ouro (2018/curta), bronze (2019/longa) e ouro (2021/curta). Antes, Nicholas já conquistara um ouro (2012/curta) e uma prata (2014/longa).
Recorde Sul-Americano
No primeiro dia do Mundial também quebra de recorde no revezamento 4 x 200m livre protagonizado pela equipe brasileira formada por Aline Rodrigues, Stephanie Balduccini, Gabrielle Roncatto e Giovanna Diamante. Nas eliminatórias, as brasileiras marcaram 7m48s42, terminando na sétima posição.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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