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Seminário debate política estadual de recursos hídricos

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O lançamento do 1º Plano de Bacias Hidrográficas de Mato Grosso foi um dos principais temas debatidos no 11º Seminário Estadual de Recursos Hídricos. Organizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), por meio da Superintendência de Recursos Hídricos, foi realizado na Faculdade de Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Fatec/Senac-MT), em Cuiabá, entre 11 e 14 de dezembro.

Com aproximadamente 350 inscritos, entre integrantes do Sistema Estadual de Recursos Hídricos, pesquisadores, estudantes e profissionais da área, marcou os 25 anos da Política Estadual de Recursos Hídricos e teve como objetivo discutir questões relevantes e os principais desafios que envolve o estado de Mato Grosso em relação ao tema.

Foram ministrados minicursos, apresentações de trabalhos, mesas redondas e palestras. Os temas abordados foram segurança de barragens, evolução da gestão de recursos hídricos no Brasil, experiências dos comitês de bacias hidrográficas de Mato Grosso e monitoramento da qualidade da água e monitor de secas, entre outros.

O superintendente de Recursos Hídricos da Sema/MT (Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso, Luiz Henrique Noquelli, comemorou o retorno do evento, que ficou alguns anos sem ser realizado.

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“Pensamos em um evento que trouxesse assuntos interessantes. Por isso, convidamos nossos parceiros, a sociedade em geral, a academia, os Comitês de Bacia Hidrográficas e o pessoal do Conselho Estadual de Recursos Hídricos. Tivemos dois minicursos e palestras muito importantes”, destacou.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, e a adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos, Lilian dos Santos, participaram do evento de modo remoto, por estarem participando da 15ª edição da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP 15), realizada em Montreal, Canadá. Já secretário em exercício, Alex Marega, também participou da solenidade de abertura.

Todos os servidores de recursos hídricos foram homenageados no evento de forma simbólica. Os que completaram 25 anos de trabalho na gestão dos recursos hídricos receberam uma menção honrosa.

O evento foi patrocinado pela Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Grãos Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir), Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Água Mineral Puríssima e Alternativa Ambiental & TD Engenharia.

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Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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