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Supercopa em 5 de fevereiro abre temporada 2023 do futebol feminino
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A CBF definiu o calendário das competições de futebol feminino para 2023, com pausas para o período da Copa do Mundo – entre 20 de julho e 20 de agosto – e também nas datas Fifa. O primeiro torneio do ano será a Supercopa, de 5 a 12 de fevereiro.

O Brasileiro A1 (primeira divisão do campeonato nacional) terá início em 26 de fevereiro e termina em 17 de setembro. Já os estaduais estão previstos para ocorrer entre setembro e dezembro do ano que vem.
⚽️ 🇧🇷 Falta pouco para a bola rolar pelo futebol feminino nacional em 2023!
Com o início da Supercopa marcada para o dia 05/02 e o final do Brasileirão Feminino Sub-17 agendado para 25/11, confira as datas de todas as competições que vão movimentar o Brasil no ano que vem! pic.twitter.com/N0QbLmsuHa
— Brasileirão Feminino Neoenergia (@BRFeminino) December 20, 2022
Ente as alterações feitas pela CBF para a próxima temporada está a redução de 24 para 20 equipes participantes no Brasileiro Sub-20. O objetivo da mudança, segundo a entidade, é dar mais competitividade ao torneio. Já no caso do Brasileiro Sub-17, houve aumento do número de clubes que passou de 12 para 16.
Calendário 2023
Supercopa Feminina – 5 a 12 de fevereiro.
Brasileiro Feminino A-1 – 26 de fevereiro a 17 de setembro
Brasileiro Feminino Sub-20 – 8 de março a 21 de junho
Brasileiro Feminino A-2 – 15 de abril a 8 de julho
Brasileiro Feminino A-3 – 15 de abril a 24 de junho
Brasileiro Feminino Sub-17 – 4 a 25 de novembro
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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