MATO GROSSO
SES abre sete vagas para residência médica em Mato Grosso
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) lançou, por meio da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso, um processo seletivo para o preenchimento de sete vagas de residência médica no Hospital Regional de Cáceres, no Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, e no Hospital Adauto Botelho (CIAPS), em Cuiabá.
O edital do Processo Seletivo Unificado nº 010/2022 foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 19 de dezembro. As inscrições podem ser realizadas neste link, do dia 30 de dezembro de 2022 até as 23h59min (horário oficial de Brasília-DF) do dia 08 de janeiro de 2023.
As vagas são para programas de residência médica em ortopedia e traumatologia (2), psiquiatria (2), pediatria (2) e cirurgia geral (1). O processo seletivo consiste na avaliação por provas, sendo a primeira fase teórica, eliminatória e classificatória, e a segunda fase por análise curricular classificatória.
A divulgação do resultado final será no dia 15 de fevereiro de 2023. O início das atividades está prevista para o dia 1º de março de 2023. Para todas as especialidades ofertadas, a duração do programa de residência médica será de três anos.
Confra o Edital em anexo.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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