MATO GROSSO
Suplentes de Fávaro, Buzetti e José Lacerda se filiam ao PSD
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Os suplentes de senador Margareth Buzetti e José Lacerda se filiaram ao Partido Social Democrático nesta sexta-feira (23). Os dois assinaram as fichas de filiação após convite do presidente estadual da sigla, o senador Carlos Fávaro. Buzetti já havia afirmado que iria se filiar, a convite do presidente nacional do partido Gilberto Kassab, caso Fávaro fosse nomeado ministro da Agricultura. A nomeação, no entanto, ainda não aconteceu.
Ao dar as boas vindas aos suplentes, eleitos junto com ele em 2020, Fávaro destacou que as filiações marcam uma nova fase no PSD. “Tanto a Margareth quanto o José serão fundamentais na construção deste partido e vamos trabalhar no fortalecimento do PSD visando o futuro”.
Fávaro destacou o histórico político de Margareth e Lacerda e ressaltou que ambos ocuparão papel de destaque na estrutura partidária. “Ambos alcançaram o topo nos partidos em que estavam filiados e, é natural, que cheguem ao PSD com o devido destaque. Estou muito feliz com os mais novos filiados, com quem caminhei junto em 2020”.
Após assinar a ficha, Margareth, que neste ano ocupou por quatro meses uma cadeira no Senado, prometeu empenho e apoio aos projetos do PSD. “Vou militar dentro do PSD como sempre fiz em todos os partidos. Minha atuação será a mesma que tive em outros momentos”.
Já Lacerda, militante histórico do MDB, agradeceu ao antigo partido por todos os anos na política e prometeu que irá participar ativamente do PSD. “Não posso deixar de agradecer ao MDB, continuo respeitando meus companheiros de luta no partido. Agradeço ao presidente Carlos Bezerra e desejar que o partido tenha sucesso. Espero que o PSD cresça, porque os partidos precisam ser fortes”.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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