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Conquista da Copa pela Argentina é o clímax do futebol em 2022

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O principal capítulo do futebol mundial em 2022 foi justamente o último, a conquista do título da Copa do Catar pela Argentina. Após 36 anos de espera e dois vices dolorosos (1990 e 2014), a equipe albiceleste derrotou a França por 4 a 2 na disputa de pênaltis, após empate de 3 a 3 com a bola rolando, em 18 de dezembro no Estádio de Lusail, na decisão da competição, assegurando o tricampeonato mundial.

Campeã em casa, em 1978, e no México, oito anos depois, a Argentina ergueu a taça do mundo pela primeira vez longe do continente americano. Em 22 edições, esta é a terceira vez que o feito acontece. As anteriores foram em 1958 (Suécia) com o Brasil e em 2014 (Brasil) com a Alemanha.

Assim como em 1986, o título argentino tem um protagonista destacado. Se lá atrás o cara foi Diego Armando Maradona desta vez teria de ser Lionel Messi. Quis o destino que o craque, de 35 anos, na última Copa da carreira, pudesse, enfim, levantar a taça mais cobiçada do planeta. Além de campeão, Messi encerrou a competição como vice-artilheiro (com sete gols) e jogador com mais partidas na história dos Mundiais (26, à frente do alemão Lothar Matthäus).

Mundial de clubes

Entre clubes, o título mundial ficou com o Chelsea (Inglaterra), que superou o Palmeiras por 2 a 1 na prorrogação da grande decisão do Mundial de Clubes da Fifa, que foi disputado em fevereiro em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos).

Esta foi a terceira vez que o time paulista competiu no Mundial. A primeira foi em 1999, quando os brasileiros também ficaram na segunda posição, após caírem diante do Manchester United (Inglaterra). Em 2020 o Alviverde terminou a competição na quarta posição.

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Campeões continentais

Se o Palmeiras não foi bem no Mundial entre os homens, na Libertadores feminina as Palestrinas superaram o Boca Juniors por 4 a 1, em outubro em Quito (Equador), para conquistarem o título pela primeira vez.

Entre os homens a conquista continental foi do Flamengo. Graças a um gol de Gabriel Barbosa, o Rubro-Negro da Gávea superou o Athletico-PR por 1 a 0, em outubro no Estádio Monumental de Guayaquil (Equador), para garantir o tricampeonato da competição (1981, 2019 e 2022).

Títulos nacionais

Além disso, o Flamengo mostrou sua força na Copa do Brasil. Também no mês de outubro, mas nove dias antes de conquistar a América do Sul, o Rubro-Negro bateu o Corinthians por 6 a 5 na disputa de pênaltis (após empate de 1 a 1 nos 90 minutos) no estádio do Maracanã para levar o troféu da competição pela quarta vez para casa (após 1990, 2006 e 2013).

Já o Brasileiro masculino terminou nas mãos do Palmeiras, que, em uma temporada histórica, garantiu a conquista de forma antecipada. Este foi o 11º título do Verdão na competição (após as vitórias em 1960, 1967, 1967, 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016 e 2018).

Na Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino o título parou nas mãos do Corinthians, que goleou o Internacional por 4 a 1, em setembro na Neo Química Arena, na grande decisão. Esta foi a quarta oportunidade na qual as Brabas do Timão garantiram o troféu da competição.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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