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“A responsabilidade é maior, mas estamos juntos para fazer o melhor por MT”, afirma vice-governador

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O vice-governador Otaviano Pivetta, que tomou posse neste domingo (1º.01) para um segundo mandato ao lado do governador Mauro Mendes, afirmou que há uma responsabilidade muito maior para entregar ainda mais resultados nos próximos quatro anos.

“Eu e o governador Mauro Mendes temos um objetivo em comum que é servir Mato Grosso. Às vezes, há alguns problemas que precisam ser enfrentados, mas estamos conseguindo cumprir a nossa missão. Para os próximos quatro anos, as expectativas são boas, tendo em vista que contamos com uma equipe competente, com bastante experiência adquirida durante o nosso primeiro mandato. A responsabilidade é maior, mas estou junto de Mauro Mendes para fazer o melhor pelo nosso Estado”, afirmou o vice-governador.

A solenidade de posse do governador Mauro Mendes e do vice-governador Otaviano Pivetta, realizada no Plenário das Deliberações da Assembleia Legislativa, foi célere. A cerimônia contou com uma breve oração, seguida da entrega das declarações de renda dos eleitos, conforme determina a Constituição Federal, e da leitura do juramento de posse – em manter, defender e cumprir a Constituição da República e de Mato Grosso.

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Acompanharam a cerimônia a primeira-dama Virginia Mendes, a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino, os senadores Wellington Fagundes, Jaime Campos e Margareth Buzetti, os deputados federais Fábio Garcia e Carlos Bezerra. Os deputados estaduais Max Russi, Elizeu Nascimento, Xuxu Dal Molin, Carlos Avalone, Valmir Moretto, entre outras autoridades e familiares.

Posse dos secretários

Também neste domingo, o governador Mauro Mendes e o vice-governador Otaviano Pivetta deram posse a 16 secretários no salão Clovis Vettorato, no Palácio Paiaguás. Das 17 pastas, permanecem desde a primeira gestão 13 titulares e, para Mauro Mendes, todos os gestores têm a missão de dar sequência às entregas já iniciadas para que Mato Grosso seja ainda melhor nos próximos anos para todos os cidadãos.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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