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Max e Botelho se reúnem para definir quem será candidato à Presidência da AL

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Após anos com uma Mesa Diretora de poucas alterações no Legislativo mato-grossense, a eleição para o comando da Casa de Leis neste biênio volta a ser disputada por dois personagens centrais desta trama: Eduardo Botelho (UNIÃO) e Max Russi (PSB), que vêm repetindo a dobradinha no cargo de presidente e 1º secretário, respectivamente, mas que agora visam o mesmo objetivo. Esta semana os dois devem se reunir e decidir se irão ceder para o outro, ou se vão para a briga pelo voto de cada deputado.

Botelho havia recuado da disputa por conta de um parecer do Supremo Tribunal Federal (STF), que em tese o impedia de concorrer à reeleição da presidência da Mesa Diretora pelo 3º mandato consecutivo. No entanto, um novo entendimento foi dado nas últimas semanas apontando que a proibição de reeleição se inicia a partir de janeiro de 2021 e que todas eleições anteriores não serão contabilizadas. Com isso, Botelho ficou apto para disputar o cargo e voltou a se movimentar.

“Nós vamos começar as conversas, as articulações, mas a principio eu vou colocar meu nome sim como candidato. Não tem nada fechado. Vou conversar com o Max, que é meu companheiro de primeira hora, meu parceiro dentro da Assembleia, e convidá-lo para repetir a chapa com ele na 1ª Secretaria”, afirmou neste domingo (1º).

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Max Russi, por sua vez, vem dizendo que há um grupo sólido que apoia sua candidatura para a Presidência da Casa e que um eventual recuo depende do consenso entre estes deputados. Outra parcela dos parlamentares, porém, questiona se um mandato que o tenha como presidente não estaria submisso ao Governo do Estado, dada sua relação com o governador Mauro Mendes (UNIÃO).

“Vamos conversar. Durante natal e ano novo não houve movimentação sobre isso. Agora começam as tratativas para dar encaminhamento a uma composição ou a uma disputa. É diálogo. Eu tenho um grupo que está me apoiando e não vou tomar nenhuma decisão isolada. Essa semana terei uma reunião e, qualquer decisão que eu for tomar, será encaminhada pelos deputados que desde o primeiro momento estão apoiando minha candidatura”, disse.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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