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Em nova lista de dispensa, interventor exonera 20 servidores e nomeia 11 coordenadores e técnicos

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O interventor Hugo Lima, nomeado pelo governador Mauro Mendes (União) para administrar a saúde municipal, tem feito um limpa na pasta e exonerado servidores. Em seu primeiro ato como interventor, ele exonerou secretários e diretores da saúde, desta vez, publicou o nome de 20 servidores que não irão mais compor a saúde municipal.

Com total carta branca para  expedir decretos e “demais atos necessários à gestão e organização da pasta”, o interventor tem feito uma “varredura” na Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e na Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) e feito as exonerações.

A lista de dispensa e decretos foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (4). Para escolher os 11 técnicos e coordenadores nomeados, Hugo disse que a escolha foi feita baseada na “aptidão e especialidade em suas respectivas áreas de atuação às quais foram lotados”.

O interventor ainda defende que os servidores executem os seus serviços com segurança, sem pressão ou hostilidade por parte da gestão municipal.

Como medida de segurança, ele proibiu a remoção dos servidores nomeados por ele, até dezembro, ou seja, mesmo quando a intervenção acabar em junho, os servidores nomeados deverão permanecer em suas funções até o final do ano.

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“Após o encerramento da intervenção […], ficam vedadas, até 31 de dezembro de 2024, a remoção, a relotação, a cessão, a permuta, o remanejamento, ou qualquer outra forma de movimentação dos servidores da Secretaria Municipal de Saúde e da Empresa Cuiabana de Saúde Pública que, no período interventivo, exercerem cargos de confiança, chefia e assessoramento junto ao Gabinete da Intervenção”, diz parte do documento.

DIÁRIO DIGITAL MT 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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