MATO GROSSO
Governo de MT lamenta morte do ex-comandante-geral do Corpo de Bombeiros
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento do ex-comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar coronel BM Fábio Pereira Leite, aos 71 anos, na madrugada deste domingo (08.01), em Cuiabá.
O coronel entrou para o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso em 1975 e foi o segundo comandante-geral da corporação. Ele também ocupou outras funções, como chefe do Estado Maior, diretor de Serviços Técnicos, e foi comandante do 1º Batalhão Bombeiro Militar. Ele foi para a reserva remunerada em 1997 e reformado em 2018.
“Eu e minha esposa, Virginia, nos solidarizamos com toda a família e amigos do coronel, que muito contribuiu com a história do nosso Corpo de Bombeiros. Pedimos que Deus dê forças e conforto aos seus corações”, lamentou o governador Mauro Mendes.
O velório do coronel BM reformado segue até às 16h deste domingo, na Capela Jardins, sala Hortênsias. O sepultamento será realizado em seguida, às 17h, no Cemitério Parque Bom Jesus.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado
A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.
Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.
O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.
Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.
É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.
O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.
Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso
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