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Tênis: dupla de Stefani bate a da compatriota Bia Haddad na Austrália
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A dupla da brasileira Luisa Stefani com a norte-americana Taylor Towsend levou a melhor na estreia do segundo WTA 500 de Adelaide (Austrália) sobre a parceria da compatriota Bia Haddad com a chinesa Shuai Zhang. No primeiro jogo ao lado de Towsend, que faturou sábado passado o título do primeiro torneio de Adelaide – Stefani triunfou por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (7-4) 3/6 10/2. Logo mais, às 23h (horário de Brasília) a dupla volta à quadra para encarar as cabeças de chave 4: Demi Schuurs (Holanda) e Desirae Krawczyk (EUA).

“Muito feliz com a vitória, primeiro torneio regular do ano, primeira partida com a Taylor. Adorei jogar com ela, canhota, tem ótima energia, muito competitiva, saca bem, vai muito bem na rede, muito talentosa, complementa meu estilo jogo. Jogo duro, foi no detalhe no primeiro set. No segundo tivemos dificuldade no saque delas, foi difícil segurar, mas estávamos bem o tempo todo e no super tie-break levantamos a energia, colocamos pressão. Muito feliz sair com essa vitória, pena que foi com a Bia Maia logo de cara. Ela está jogando muito bem, tenho certeza que vai ganhar em simples aqui”, disse Stefani, referindo-se à segunda rodada de simples de Haddad, às 23h, contra a norte-americana Amanda Anisimova.
No masculino – ATP 250 de Adelaide – também vitória na estreia da dupla do mineiro Marcelo Melo com o norte-americano Mackenzie McDonald (EUA). Eles avançaram às oitavas de final após triunfo de 2 sets a 0 ( 6/4 e 6/1) sobre o bósnio Tomislav Brkic e o equatoriano Gonzalo Escobar, em 1h08min.
Melo e McDonald voltam a competir às 3h30 desta quarta-feira (11). Os adversários nas oitavas serão os cabeças de chave 4, o britânico Lloyd Glasspool e o finlandês Harri Heliovaara, dupla que eliminou Melo e McDonald no último sábado (7), na semifinal do primeiro torneio de Adelaide.
“Agora, vamos enfrentar a mesma dupla que perdemos na semifinal da primeira semana, que acabou sendo campeã. Então vamos com tudo, mudar um pouco a estratégia, para ver se dá certo, para continuar deste mesmo jeito”, afirmou o mineiro.
Pigossi busca vaga no Aberto
Bronze nas duplas na Olimpíada de Tóquio, a paulista Laura Pigossi, de 28 anos, busca garantir presença pela primeira vez no Aberto da Austrália. A tenista, cabeça de chave 11, está na penúltima fase do qualificatório para o Grand Slam. Às 20h desta terça (10), Pigossi (113ª no ranking mundial) terá pela frente a japonesa Misaki Doi (308ª).
Na madrugada de segunda (9), a paulista superou a alemã Mgali Kempen (210ª) com um duplo 6/2, na primeira rodada do quali.
No ano passado, Laura Pigossi – que faturou medalha em Tóquio ao lado de Stefani – tambem disputou o quali do Aberto da Austrália, mas perdeu na estreia. Meses mais tarde, debutou em Grand Slam no Torneio de Wimbledon, o mais tradicional do circuito de tênis do planeta.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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