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Com reajuste e gratificações, salário no MP e no Judiciário chega até a R$ 100 mil

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Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionar o reajuste de 18% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o efeito cascata pode provocar aumento no salário dos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público de Mato Grosso.

A remuneração básica pode chegar a R$ 41,8 mil. No entanto, além do salário fixado, as gratificações e indenizações, que são pagas de acordo com o valor da base, também podem ter acréscimos. Em novembro do ano passado alguns juízes receberam mais de R$ 100 mil em verba complementar.

Segundo os dados do Portal Transparência, em Mato Grosso, o salário atual de juízes e promotores de entrância inicial é de R$ 30,4 mil e de juízes e promotores de entrância final é de R$ 33,6 mil. Já os desembargadores e os procuradores de Justiça têm a remuneração de R$ 35,4 mil.

Com o efeito do novo reajuste, o salário dos juízes e promotores de entrância inicial poderá chegar a R$ 35,8 mil e de juízes e promotores de entrância final é de R$ 39,7 mil. Já os desembargadores e os procuradores de Justiça poderão receber R$ 41,8 mil. Caso o reajuste chegue no estado, o aumento deve ser escalonado, como no STF, em três parcelas de 6%, até 2025.

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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