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SENAR-MT RETOMA RECESSO E PROJETA MAIS DE 200 AÇÕES EDUCACIONAIS PARA JANEIRO

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) retomou nesta segunda-feira (16.01) as atividades após férias coletivas da instituição. Em parceria com os Sindicatos Rurais, está previsto que até o fim do mês sejam concluídas cerca de 220 ações educacionais pelo estado.

Dentre as capacitações previstas estão Manutenção de Tratores Agrícolas, em Denise, Barra do Bugres e Juara; curso de jardinagem em Paranaíta e Várzea Grande; e treinamento de inclusão digital rural em sete cidades, como Santa Cruz do Xingu, Gaúcha do Norte e Alto Paraguai.

Para os interessados em realizar curso de Relacionamento Interpessoal haverá turmas em Campo Novo do Parecis, Matupá, Várzea Grande e Aripuanã. Já o curso de Primeiros Socorros será ofertado em Comodoro, Itiquira, Poxoréu, Vera, Tapurah, entre outros.

As ações educacionais são ofertadas em parceria com os 93 Sindicatos Rurais de Mato Grosso. Quem tiver interesse deve buscar aquele que atende a sua região. No site do Sistema Famato há uma lista com o contato de cada um dos Sindicatos. Acesse: https://sistemafamato.org.br/sindicatos-rurais/encontre-seu-sindicato-rural/.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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