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Polícia Civil apreende 56 toneladas de alumínio roubadas de empresa em Cuiabá

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá apreendeu 56 toneladas de cabos condutores de alumínio roubados de uma empresa no Distrito Industrial em um sítio, próximo ao bairro Pedra 90, e identificou os suspeitos de receptação.

Os materiais foram roubados na semana passada por dois criminosos armados que invadiram a empresa, renderam o vigilante deixando-o amarrado e trancado na guarita. Os criminosos roubaram 16 bobinas com cabos condutores de alumínio, que foram transportadas em caminhões que estavam do lado de fora.

Durante as investigações, uma equipe da Derf Cuiabá localizou no sítio as bobinas, que estavam sendo desmontadas. O dono da propriedade informou aos policiais civis que no dia 8 de janeiro uma pessoa lhe perguntou se poderia descartar alguns restos de madeiras no local e que foi combinado o valor de R$ 500. O dono do sítio informou ainda que, quando notou um fluxo grande de entrada e saída de caminhões da propriedade e teve conhecimento do tipo de material que estavam descarregando, pediu que a pessoa responsável retirasse as bobinas, pois o combinado era apenas o descarte de madeira.

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A equipe policial identificou o endereço da pessoa que fez o depósito das bobinas, no bairro Jardim Botânico, em Cuiabá. Ele declarou à equipe de investigação que acompanhou a carga até o sítio e que ficou responsável por vender o produto roubado.

O suspeito disse que trabalha com venda de sucata e que tinha entrado em contato com o dono de uma empresa de reciclagem ofertando a carga roubada a R$ 11,50 o quilo. Na empresa de reciclagem, em Várzea Grande, os investigadores encontraram outra parte dos cabos e também conduziu o dono do local à delegacia.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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