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Polícia Militar prende mulher por pesca irregular durante piracema

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Policiais militares do 7º Batalhão, por meio da 1ª Companhia de Polícia Militar, apreenderam nesta terça-feira (24.01) 28 pescados e diversos apetrechos de pesca, e prendeu uma mulher de 44 anos por pesca irregular durante o período de defeso da piracema, em Nobres. 

Ao todo foram encontrados dez piraputangas, dez mandis, cinco piaus, dois jurupenspens, uma jurupoca, além de quatro carretéis de anzol de galho, tres varas com molinete e uma rede de pesca.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, com auxílio de um drone, os militares flagraram quatro pescadores no encontro dos rios Cuiabazinho e Manso. Ao perceberem a presença da polícia, três suspeitos deixaram seus barcos em um tablado de um pesqueiro e fugiram à pé, subindo o barranco, em uma região de mata fechada. 

Durante buscas, os militares foram recebidos pela suspeita, proprietária do local, que afirmou que nenhum pescador passou na região, momento em que passou a se exaltar com a equipe, sendo detida em seguida. 

A mulher, as espécies e os materiais apreendidos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 

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Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou do disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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