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Abel passa Felipão em títulos pelo Palmeiras; veja o que falta para ele virar o maior campeão

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Se Abel Ferreira já é visto por muitos como o maior treinador da história do Palmeiras, ele caminha para se tornar o mais vencedor, também. No sábado, o treinador levantou a sua sétima taça desde que chegou, agora da Supercopa, vencida em cima do Flamengo, em Brasília.

Com isso, o português passou o amigo Luiz Felipe Scolari na lista de técnicos com mais títulos pelo Verdão. Até sábado, ambos estavam empatados com seis conquistas para cada um.

O atual comandante agora tem: duas Libertadores (2020 e 2021), um Brasileiro (2022), uma Copa do Brasil (2020), um Paulista (2022), uma Recopa Sul-Americana (2022) e a Supercopa (2023).

Sob o comando de sua comissão técnica, o Palmeiras fez 185 jogos, com 107 vitórias, 44 empates e 34 derrotas, 317 gols marcados e 150 sofridos.

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– Sinto que os jogadores incorporam o hino do clube: defesa que ninguém passa e linha atacante de raça. Tudo que eu desejo eles entregam. Além da atitude, intensidade, espírito de equipe fortíssimo onde a soma do todo é maior que a individualidade, eu só posso agradecer aos jogadores, é um orgulho ser treinador deles – exaltou o português.

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Ao longo de três passagens, Felipão venceu uma Libertadores (1999), um Brasileirão (2018), uma Copa Mercosul (1998), duas Copa do Brasil (1998 e 2012) e um Rio-São Paulo (2000).

Abel empatou com Ventura Cambon, histórico treinador na conquista da Copa Rio de 1951. O uruguaio também tem sete títulos pelo Palmeiras e é o terceiro maior campeão, junto de Abel.

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À frente do atual treinador estão apenas Vanderlei Luxemburgo (oito títulos) e Oswaldo Brandão (dez). Tempo, pelo menos, Abel tem para se aproximar dos dois primeiros, já que seu contrato se encerra apenas no fim de 2024, quando acaba a gestão de Leila Pereira.

A presidente já disse que, se for reeleita, gostaria de ter Abel Ferreira como o técnico do Palmeiras no seu segundo governo, mas o português também já falou que deseja tirar um período sabático após a passagem pelo Verdão.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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