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Cinco motoristas são presos e 34 veículos multados na Operação Lei Seca

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A 10ª Operação Lei Seca prendeu cinco pessoas durante fiscalização na MT-010, no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá, nesse domingo (29.01). Na ação, foram feitos 158 testes de alcoolemia e fiscalizados 154 veículos. Destes, 34 foram multados e 26 removidos. 

Vinte motoristas foram autuados por conduzirem veículo sem registro ou não licenciado. Já oito condutores receberam autos de infração por direção de veículo sob efeito de álcool e sete por condução sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), entre outras irregularidades. Ao todo, foram emitidos 45 Autos de Infração de Trânsito (AITs). 

A Operação Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), com participação do Batalhão de Polícia Militar de Trânsito (BPMTran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran), Sistema Socioeducativo, Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e Polícia Penal.

Neste ano, já foram realizadas 10 operações Lei Seca em Cuiabá. 

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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