Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Sesp forma 41 policiais em curso de inteligência em segurança de fronteira

Publicados

MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso realizou nesta segunda-feira (30.01), por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), a formatura de 41 alunos do 1º Curso Base de Inteligência promovido pelo Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron). Além de agentes de Mato Grosso, policiais de outros seis estados, que atuam na segurança de fronteira com países sul americanos, também participaram da capacitação. 

O secretário-adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Carneiro, participou das entregas dos diplomas e enfatizou que a atual gestão está focada no desenvolvimento e na capacitação da polícia, afim de fortalecer e tornar os serviços de segurança pública mais eficientes. Ele agradeceu ao ex-coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Fábio Ricas, pela criação do curso, e destacou a importância da busca permanente pela melhoria dos serviços de segurança e excelência por meio das ações de inteligência.

“O Gefron é, hoje, referência nacional em sua área de atuação. É importante saber tratar a informação para que tenhamos eficiência, qualidades e êxito nas ações. Para que nossas forças de segurança possam agir de forma cirúrgica, para que possamos mostrar para a sociedade que existe uma segurança forte e muito comprometida com sua população, e para que a sociedade possa se desenvolver a cada dia mais”, destacou.  

Leia Também:  Servidores estaduais devem fazer declaração anual de bens e valores

“Temos várias instituições trabalhando juntas, e assim, com tratamento uniforme, teremos eficiência e qualidade. Sem isso estaríamos trabalhando em bolhas, e quem perde com isso é a sociedade. Que esse conhecimento seja levado para os estados e possa resultar em prestação de serviço de qualidade para a sociedade que servimos”, finalizou.

O novo coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Manoel Bugalho Neto, lembrou que neste ano o agrupamento completa 21 anos de atuação, e reconheceu a evolução dos serviços prestados pela unidade, que se tornou referência em segurança de fronteira e agora busca ser modelo em ações de inteligência. Ele considerou que o curso foi um sucesso.

“Oferecemos um rol de conhecimento na área de inteligência, que é uma atividade reservada e que, com certeza, alavanca muito a produtividade das atividades operacionais, tanto das policiais estaduais quanto das federais, para que possamos continuar trabalhando juntos e de forma alinhada”, reforçou.

O curso teve carga total de 124 horas aulas, entre atividades teóricas e práticas, realizadas entre os dias 16 e 29 de janeiro, no município de Cáceres e na região de fronteira com a Bolívia. 

Leia Também:  “Com a estrada asfaltada melhorou muito para transportar nosso produto”, afirma dono de indústria de beneficiamento de café em Colniza

Além dos homens do próprio Gefron, o curso também formou policiais militares, civis, federais e rodoviários federais, além de soldados do Exército Brasileiro que atuam na faixa de fronteira de Mato Grosso com a Bolívia.

A primeira turma também foi composta por policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) de Mato Grosso do Sul; do Batalhão de Operações Policiamento de Fronteira (BPFron) do Paraná; do Comando de Operações de Divisas (COD), de Goiás; do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) do Acre, de da Polícia Militar de Santa Catarina. 

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Irmão: Assassino abordou casal com arma horas antes do crime

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Servidores estaduais devem fazer declaração anual de bens e valores

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA