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Vítor Pereira garante Flamengo preparado e com espírito de superação para o Mundial

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Mais do que preparado, o Flamengo chega ao Mundial de Clubes com espírito de superação. Esse foi o discurso do técnico Vítor Pereira um dia antes da semifinal contra o Al Hilal, na próxima terça-feira, às 16h (de Brasília), em Tânger. Após afirmar que o tempo de preparação não foi o ideal, o treinador destacou o trabalho feito desde o desembarque no Marrocos

– O trabalho do treinador é alinhar o pensamento coletivo. Precisamos preparar a equipe para momentos em que pressiona alto, médio, momentos em que nos vão empurrar para trás. No ataque, hora vamos jogar bem alto, hora seremos pressionados e precisaremos sair da pressão. Esse é o alinhamento que ainda temos que fazer. O entendimento vai surgindo, essa identificação coletiva – disse em entrevista coletiva.

– O tempo de trabalho não é muito, mas eu sabia quando aceitei o desafio. O calendário já apresentava o Mundial de Clubes nessa altura. Há falta de tempo, mas isso nunca será justificativa para não encarar com a ambição que nós estamos encarando – completou.

Vítor Pereira em coletiva para o Mundial de Clubes — Foto: Fred Gomes / ge

Vítor Pereira em coletiva para o Mundial de Clubes — Foto: Fred Gomes / ge

Na última sexta-feira, na chegada ao Marrocos, repercutiu a declaração do treinador sobre o trabalho curto antes do Mundial. “O tempo de preparação não foi o ideal”, disse. Vítor apontou que aspectos mentais e emocionais também farão a equipe evoluir.

– Às vezes somos mal interpretados. Não disse que a equipe estava mal fisicamente. Me perguntaram se a equipe estava nas mesmas condições da disputa da Libertadores, meses atrás, e eu disse que isso era impossível, porque é outro momento da temporada. Estamos a iniciar a temporada, é diferente a condição em todos os níveis. Tático, técnico, físico, emocional… Nesse momento, o que conta, mais do que o físico, é o anímico. É a vontade que temos de levar esse título para casa. É com essa superação, apesar do pouco tempo de trabalho, é que eu estou à espera de ver os meus jogadores.

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– Trabalhamos bem, no sentido de ficarmos mais consistentes, percebermos melhor os momentos do jogo. Estamos mais preparados para amanhã.

 

Experiência na Arábia Saudita

Vítor Pereira treinou o Al Ahli na temporada 2013/2014. Experiência que ele enxerga como vantagem para a disputa da próxima terça, quando terá pela frente outra equipe da Arábia Saudita. O treinador elogiou o futebol daquele país e a evolução feita nos últimos 10 anos.

– Conheço bem o futebol árabe, já estive na Arábia Saudita. O pior erro que podemos cometer é achar que teremos alguma facilidade. Não acho que o aspecto físico será decisivo. Conheço bem o time deles, os aspectos individuais e coletivos. Têm qualidade, até por isso sempre mantém o nível.

– Tive um ano na Arábia Saudita, conheço bem o futebol de lá, o nível dos jogadores. Tem havido uma evolução. Estive lá há 10 anos, e desde então o Al Hilal tem se mantido em um nível alto. Tem mais estrangeiros também. O futebol tem evoluído, tanto que conseguiu bater o campeão do mundo, a Argentina. Há 10 anos, não seria possível.

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Outras respostas de Vítor Pereira

 

Pressão pelo título

É muito melhor ter pressão para títulos, para ganhar, para chegar a uma final, do que ter uma pressão por rebaixamento. Essa é uma que sufoca. A pressão por títulos nos incendeia, nos anima, entusiasma. É uma pressão boa. É uma oportunidade única, estar a dois jogos de um momento incrível em nossas carreiras.

Sonho do Mundial

– Motivado, como estamos todos. Sabemos que podemos dar uma alegria muito grande aos nossos torcedores. Representamos milhões de pessoas, e representamos também um continente. Queremos dar essa alegria. Temos essa motivação e essa força anímica para disputar a partida de amanhã – disse em entrevista coletiva.

Vítor Pereira afirma que tempo de trabalho foi curto até o Mundial

Tempo de trabalho

O tempo de trabalho não é muito, mas eu sabia quando aceitei o desafio. O calendário já apresentava o Mundial de Clubes nessa altura. Há falta de tempo, mas isso nunca será justificativa para não encarar com a ambição que nós estamos encarando.

Método de treinamento

Eu tive a oportunidade de conhecer o professor Vitor Frade e de estudar com ele. Minha universidade foi com ele. É um processo de treino que já vem se consolidando há muitos anos. Direciona o treino para os aspectos táticos, mas que também condicionam o físico. Se eu tenho uma forma tática de jogar, a forma física vai se adaptar a esse modo de jogar. Como o tempo era curto, direcionamos para determinados princípios táticos e treinamos a equipe para poder performar.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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