ESPORTES
Prêmio Paralímpicos consagra destaques de 24 modalidades em 2022
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A primeira noite da 11ª edição do Prêmio Paralímpicos, nesta quarta-feira (8), consagrou os melhores atletas da última temporada de 24 modalidades. A cerimônia organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) foi realizada no Tokio Marine Hall, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo.

Cinco dos ganhadores levaram o troféu pela primeira vez na carreira: Andreza Vitória (bocha), Maicon Mendes (futebol de cegos), Moacir Fernando (futebol de paralisados cerebrais), Silvana Fernandes (parataekwondo) e Júnior Silva (remo). Este último conquistou o prêmio ao lado de Diana Barcelos, vencedora também em 2018. Júnior e Diana foram medalhistas de prata no Campeonato Mundial da modalidade, disputado em Racice (República Tcheca), no skiff duplo misto da classe PR3 (remadores com função residual nas pernas).
Andreza, por sua vez, conquistou o ouro da classe BC1 (atletas que utilizam as mãos ou os pés e podem ter um auxiliar) feminina no Mundial de bocha, recolocando o país no topo do esporte após 12 anos. Outros sete ganhadores do Prêmio Paralímpicos foram campeões mundiais nas respectivas modalidades em 2022: Igor Tofalini (paracanoagem), Leomon Moreno (goalball), Williams Araújo (judô), Carol Santiago (natação), Bruna Alexandre (tênis de mesa) e Janaína Petit (vôlei sentado).
Entre os que já tinham ganhado o prêmio na respectiva modalidade e voltaram a fazê-lo, Jovane Guissone segue como o único vencedor na esgrima em cadeira de rodas ao longo de 11 anos. Outro com 100% de aproveitamento no esporte que pratica é Vitor Tavares, que leva o prêmio do parabadminton desde 2017.
O evento prossegue nesta quinta-feira (9), a partir das 19h (horário de Brasília), no mesmo local, com o anúncio dos ganhadores de mais 11 troféus, entre eles os de revelação da temporada, atleta masculino e feminino e Atleta da Galera, cujo vencedor será definido em votação popular. Os candidatos são Carol Santiago, Samuel Oliveira, Gabriel Araújo (todos da natação), Raíssa Machado e Vinícius Rodrigues (ambos do atletismo).
Confira os vencedores do Prêmio Paralímpicos:
Atletismo: Petrúcio Ferreira
Parabadminton: Vitor Tavares
Basquete em cadeira de rodas: Leandro de Miranda
Bocha: Andreza Vitória
Paracanoagem: Igor Tofalini
Ciclismo: Lauro Chaman
Esgrima em cadeira de rodas: Jovane Guissone
Esportes de inverno: Cristian Ribera
Futebol de cegos: Maicon Mendes
Futebol de paralisados cerebrais: Moacir Fernando
Goalball: Leomon Moreno
Halterofilismo: Mariana D’Andrea
Hipismo: Rodolpho Riskalla
Judô: Williams Araújo
Natação: Carol Santiago
Remo: Diana Barcelos e Júnior Silva
Rugby em cadeira de rodas: Gabriel Feitosa
Paratekwondo: Silvana Fernandes
Tênis de mesa: Bruna Alexandre
Tênis em cadeira de rodas: Ymanitu Silva
Tiro com arco: Jane Karla Gögel
Tiro esportivo: Alexandre Galgani
Triatlo: Jéssica Messali
Vôlei sentado: Janaína Petit
Fonte: EBC Esportes
ESPORTES
“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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