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Projeto na Assembleia transforma agentes da Sema em policiais em MT

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O deputado estadual Faissal Calil (Cidadania) apresentou um projeto de lei complementar que equipara os funcionários efetivos que atuem na fiscalização do meio ambiente aos agentes de segurança pública. Com isso, os fiscais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente poderiam obter porte de arma e assim diminuir a necessidade de pedidos de auxílio de forças policiais em ações da pasta.

O projeto de Faissal foi apresentado na sessão da manhã desta quarta-feira (8), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). De acordo com o parlamentar, mais de 60 agentes de fiscalização da Sema possuem aptidão técnica para obter o porte de arma.

Segundo o deputado, o porte funcional além de um instrumento dissuasivo e coercitivo, possibilita maior segurança ao agente de fiscalização no exercício da fiscalização ambiental, em face das ameaças e dos riscos da função. O projeto aponta que os agentes de fiscalização são servidores efetivos e que, no total, 455 funcionários públicos estão em atividade, o que resulta num déficit de 72 profissionais.

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Até então, os agentes sempre requisitam a participação de policiais militares para fazerem o monitoramento e ações nos 141 municípios do estado, que no total, tem uma área de pouco mais de 90 milhões de hectares. “Segurança é um assunto sério. Servidores da Sema, ao fazer a fiscalização em uma fazenda, precisam de reforço policial caso encontrem problemas. Apresento este projeto, que visa equiparar os fiscais da Sema aos da Segurança Pública, pois assim, ao fazerem suas atividades na zona rural, eles tenham força de polícia e possam atuar sem a necessidade de chamar a Polícia Militar”, afirmou.

FOLHA MAX

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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