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Mulher é achada morta pelo filho em quarto de casa; marido suspeito de assassinato morre em acidente

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Uma mulher de 48 anos foi encontrada morta pelo filho dentro do quarto em Itajaí, no Litoral Norte, na manhã desta quarta-feira (15). O companheiro de Fabíola Inácio, de 51 anos, é suspeito de cometer o crime. O homem morreu ao bater de frente contra um caminhão em Ilhota, na mesma região.

Em depoimento, o filho da vítima, um rapaz de 27 anos, relatou à Polícia Militar ter ouvido uma movimentação do pai por volta das 5h na casa da família.

Às 6h, quando levantou, foi até a sala e encontrou um bilhete do pai assumindo o crime. Ao ir ao quarto do casal, encontrou o corpo da mãe com um ferimento feito por faca.

Colisão em SC

Durante a ocorrência, a PM foi informada que o companheiro da vítima morreu após bater o carro contra um caminhão na Rodovia Jorge Lacerda.

O motorista do caminhão disse em depoimento que o homem invadiu a pista contrária. A suspeita é que ele tenha cometido suicídio.

G1

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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