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Tamires valoriza chances ao elenco após derrota da seleção feminina
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A seleção feminina de futebol encarou o Canadá em Nashville, pela segunda rodada do She Believes, torneio amistoso realizado nos Estados Unidos, com seis mudanças na equipe titular em relação à formação que venceu o Japão na estreia, por 1 a 0. O rendimento do time comandado por Pia Sundhage no último domingo (20) não foi o esperado e as brasileiras saíram de campo derrotadas pelas atuais campeões olímpicas, por 2 a 0.

Pia testou Kathellen e Lauren no miolo da defesa, além de utilizar a zagueira Tarciane na lateral direita. O trio substituiu Tainara, Rafaelle e Bruninha. Do meio para frente, a volante Júlia Bianchi e as atacantes Bia Zaneratto e Adriana deram lugar a Ary Borges, Nycole e Ludmilla. A meia Ana Vitória entrou em campo ainda no primeiro tempo, no lugar de Ary. No desenrolar do jogo, Rafaelle, Adriana, Bia, Gabi Nunes e a aniversariante Marta (que ainda está sem ritmo após 11 meses tratando uma lesão no joelho esquerdo) substituíram Tarciane, Nycole, Debinha, Ludmilla e Kerolin, respectivamente.
A lateral Tamires, que iniciou os dois jogos como titular, reconheceu que o Brasil falhou em lances de bola aérea, que resultaram nos gols da zagueira Vanessa Gilles e da atacante Evelyne Viens, um em cada tempo. A camisa 6, porém, ponderou a importância de se dar oportunidade para que todas as jogadoras estejam em campo em partidas como essa, que servem de preparação para a Copa do Mundo que será disputada este ano, na Austrália e na Nova Zelândia.
“A gente se comportou bem taticamente. Sabíamos que o Canadá era forte na bola parada. Acho que pecamos na atitude, poderíamos ter sido melhores, mais obedientes nessa questão. A derrota dói, mas estamos em um processo de trabalho. Criamos boas coisas, então vamos analisar com calma, ver o que conseguimos melhorar para o jogo com os Estados Unidos [pela terceira e última rodada do She Believes], que será fortíssimo. [Até a Copa] são cinco amistosos muito fortes para dar minutagem, bagagem e casca para a seleção alcançar o objetivo no final”, avaliou Tamires em entrevista à CBF TV.
Os jogos aos quais a lateral se refere incluem não apenas os dois já disputados na She Believes (Japão e Canadá) e a partida da próxima quarta-feira (22), a partir das 21h (horário de Brasília), com as anfitriãs, em Frisco. Na próxima Data Fifa, em abril, as brasileiras têm confirmado um confronto com a Inglaterra pela Finalíssima (duelo entre as seleções campeãs sul-americana e europeia). O adversário de uma segunda partida no período ainda será anunciado.
O Brasil ocupa o terceiro lugar do She Believes, com os mesmos três pontos do Canadá, que fica à frente no saldo. Os EUA, que bateram o Japão por 1 a 0 no domingo, lideram com seis pontos. As orientais, já sem chances de levarem o título, estão zeradas até o momento.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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