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Primeira-dama de MT defende continuidade de entregas de cestas básicas do programa SER Família Solidário

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Responsável por idealizar o programa Vem SER Família Solidário que contou com o apoio de voluntários na entrega de doações no início da pandemia Covid-19 em 2020, a primeira-dama Virginia Mendes aprimorou o programa que passou a se chamar SER Família Solidário. Até dezembro de 2022, a ação distribuiu 1.334.408 cestas básicas e kits de higiene e limpeza para famílias em situação de vulnerabilidade cadastradas no CadÚnico. Desse total, Cuiabá recebeu 321.863, entre 2020 e 2022.

As cestas básicas e os kits de higiene e limpeza são distribuídos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado e Assistência Social e Cidadania (Setasc) e da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (UNAF). Passado o período emergencial, a primeira-dama Virginia Mendes defende que as entregas devem continuar ao entender que ainda existem famílias em vulnerabilidade social.

“Essa é uma ação que precisa continuar, porque ainda temos famílias fragilizadas financeiramente, não apenas por decorrência da pandemia, mas também por outros fatores. Vale ressaltar que as entregas de cestas são mais que entregas. Nelas, a minha equipe juntamente com a Setasc identificam outras situações e podemos cuidar de perto. Também deixamos com as pessoas atenção e carinho, porque isso é parte do nosso trabalho, que fazemos de coração”, disse a primeira-dama Virginia Mendes.

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Em janeiro de 2023, as entregas das cestas e os kits foram retomadas e, desde então, 3 mil cestas foram entregues na Capital, somente no primeiro trimestre às instituições filantrópicas de Cuiabá.

Além do programa SER Família Solidário, a primeira-dama do Estado garantiu a continuidade de outras ações, como é o caso do programa Aconchego com a distribuição de cobertores; entregas de filtros de barro; o casamento abençoado que terá um novo formato, desta vez promovido nos municípios polos, dentre outras atividades.

Entregas para o interior do Estado

Além de Cuiabá, serão contemplados os outros 140 municípios. No mês de março serão entregues alimentos e kits de limpeza para os 14 polos regionais, totalizando 83.280 quantidades.

Conforme orientação da Setasc, as cestas básicas serão retiradas na Arena Pantanal em Cuiabá por cada um dos municípios. A gestão municipal deve apresentar no momento da retirada o documento de autorização, constando a data e total de cestas básicas de acordo com a agenda e cronograma de distribuição informados às prefeituras. É importante estarem atentos para o cumprimento do agendamento do seu município, para que não seja prejudicado na distribuição planejada na agenda.

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Se eventuamente, houver a impossibilidade de retirar as cestas básicas na data marcada, a entrega será reagendada.

Para mais informações entrar em contato com a Superintendência de Segurança Alimentar da Setasc pelo telefone: (65) 9 8415 0116.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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