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Hipismo paralímpico: Rodolpho Riskalla é prata em competição no Catar

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O brasileiro Rodolpho Riskalla conquistou uma medalha de prata e outra de bronze em provas de adestramento no concurso internacional de hipismo paralímpico Al Shaqab, em Doha (Catar). A competição, realizada em arena indoor, foi disputada até o último sábado (25).

“O Irish [cavalo do paulista] ficou com um pouco de medo na arena indoor, mas, mesmo assim, conseguimos resultados expressivos em uma competição de alto nível. Tivemos momentos muito bons durante as provas. Já voltamos para a Europa e estamos nos preparando para os próximos compromissos do ano”, declarou, à assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro, o cavaleiro, que disputa competições no Grau IV (para atletas com comprometimentos leves em um ou dois membros ou com deficiência visual moderada).

Rodolpho era cavaleiro do hipismo convencional até ter partes da mão e das pernas amputadas por causa de uma meningite bacteriana. No Grand Prix B, o brasileiro foi prata, superado apenas pela norte-americana Kate Shoemaker.  Já no Grand Prix Freestyle (estilo livre), o brasileiro ficou com o bronze, atrás da própria Kate (ouro) e da belga Manon Claeys (prata).

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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