MATO GROSSO
Governo de MT investe R$ 11 milhões na reforma e ampliação de quatro escolas
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Ele reafirmou que os investimentos em infraestrutura, além de proporcionar mais qualidade de vida no ambiente escolar aos estudantes, professores e demais servidores, contribui para a diminuição da evasão escolar e para o aumento dos níveis de aprendizagem dos estudantes.
“Essas obras em Guarantã do Norte refletem o que o Estado vem fazendo pela educação em todos os municípios desde 2019”, destacou.
As obras de reforma e ampliação são realizadas nas escolas estaduais Irany Jaime Farina e Guarantã. Já as escolas Albert Einstein e Kreen Akarole passam por reforma geral e, ainda nesse ano letivo, serão entregues à comunidade.
Nas unidades estaduais, em Guarantã do Norte, estão matriculados 2.605 estudantes. O município conta com 210 professores e 100 profissionais de limpeza e alimentação escolar em atuação na rede estadual.
Alan Porto e a secretária-adjunta de Infraestrutura e Patrimônio, Karina Garcia, acompanharam o prefeito Erico Stevan Gonçalves durante a inauguração do Centro Municipal de Educação Infantil Doce Infância.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0