MATO GROSSO
Com apoio do Governo de MT, Centro de Referência Paralímpico é inaugurado em Várzea Grande
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“O esporte é uma ferramenta que pode transformar a vida dos jovens com deficiência. E somos gratos à Prefeitura de Várzea Grande por usar tão bem essa ferramenta, com atendimento de crianças e jovens em sete modalidades paralímpicas, contando com pessoas capacitadas e com muita vontade de fazer acontecer. É uma iniciativa que o Governo de Mato Grosso e a Secel sentem muito orgulho em serem parceiros”, destacou Jefferson.
O Centro de Referência Paralímpico tem o objetivo de estabelecer um programa de iniciação esportiva paralímpica para crianças e jovens com idades entre 11 e 17 anos, com deficiência física, visual e intelectual, de Várzea Grande e região. Para a criação e manutenção do Centro, a Secel garantiu recursos de quase R$ 500 mil.
“Cumprimento o secretário Jefferson e quero dizer que as portas estão sempre abertas para projetos como esse, que garantem algo tão importante para os jovens com deficiência e suas famílias. Essa causa nos tocou muito e vamos tornar Várzea um dos centros de referência para o esporte paralímpico. Agradeço à parceria do CPB, de todos os envolvidos no projeto e também ao governador Mauro Mendes que é parceiro em várias outras demandas importantes do município”, expôs o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat.
O outro centro paralímpico fica em Cáceres, no campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). A Secel também está apoiando a construção do terceiro, em Canarana.
De acordo o diretor técnico do CPB, David Costa, o programa de educação paralímpica tem como grande objetivo a inclusão social. “O que queremos é que o esporte esteja ao lado das demais atividades que ajudam a mostrar à sociedade que nós somos capazes. O esporte é transformador e nossa missão é tornar as aulas de educação física e projetos de iniciação esportiva cada vez mais inclusivas”.
Participaram também do momento de assinatura do Termo de Cooperação Técnica o secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidelis, e vereadores de Várzea Grande.![]()
O Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande
As atividades do Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande terão início na próxima quarta-feira (15.03). Direcionado ao público de 11 a 17 anos, o projeto inclui as modalidades de goalball, futebol de cegos, natação, atletismo, badminton, bocha e judô.
Inicialmente, as atividades serão oferecidas no Ginásio Poliesportivo Fiotão, que é o polo central do projeto. Posteriormente, também vão acontecer no Centro de Iniciação Esportiva (CIE), no bairro Alice Gonçalves; na Escola Estadual Jaime Veríssimo de Campos, no bairro Imperial; na Academia da Polícia Militar do Bairro Costa Verde; e no Ginásio Jorge Mussa, no bairro Figueirinha.
As inscrições seguem abertas para novos participantes no Ginásio Fiotão, em horário comercial. Para o cadastro, a documentação necessária é: RG e CPF (do aluno e do responsável), laudo médico, comprovante de endereço e da instituição de ensino, foto 3×4.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Qualidade de vida ganha protagonismo e muda o perfil dos empreendimentos imobiliários
Cinco anos depois da pandemia de Covid-19, as mudanças provocadas pelo período de isolamento social continuam influenciando a forma como as pessoas escolhem onde viver. Se antes a proximidade do trabalho e dos centros urbanos era um dos principais fatores na decisão de compra de um imóvel, hoje qualidade de vida, contato com a natureza, espaços amplos e bem-estar passaram a ocupar posição de destaque.
Essa mudança de comportamento tem sido percebida também pelo mercado imobiliário de Mato Grosso. Empreendimentos voltados ao conceito Home & Wellness, que privilegiam áreas verdes, lazer ao ar livre e ambientes que favorecem uma rotina mais equilibrada, vem despertando o interesse de famílias que buscam mais do que uma residência: procuram um novo estilo de vida.
Para o empresário do Grupo Tio Ico e sócio-investidor da Mangaba Urbanismo, Ricardo Gomes, esse movimento deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada.
“A pandemia fez as pessoas refletirem sobre o tempo que passam em casa e sobre a importância de viver em um ambiente que proporcione qualidade de vida. Hoje percebemos que o cliente valoriza muito mais espaços amplos, contato com a natureza, áreas para convivência e uma rotina menos acelerada. Não se trata apenas de comprar um terreno, mas de investir em um lugar onde seja possível viver melhor.”
Segundo ele, essa transformação também mudou a forma de planejar os empreendimentos.
“O mercado passou a olhar para projetos que priorizam experiências. Áreas verdes, lagos, espaços de lazer, infraestrutura para atividades ao ar livre e maior privacidade deixaram de ser diferenciais para se tornarem atributos cada vez mais desejados por quem busca um novo endereço”.
Ricardo, que também atua no agronegócio como sócio do Grupo Tio Ico, ressalta que a mudança no comportamento dos consumidores reflete uma transformação que vai além do mercado imobiliário.
“Hoje percebemos que as pessoas estão investindo mais em qualidade de vida. O imóvel deixou de ser apenas um patrimônio e passou a representar bem-estar, segurança e um ambiente propício para a convivência da família. Essa é uma tendência que veio para ficar e que influencia diretamente os novos empreendimentos.”
Um exemplo desse novo conceito é o Cenário dos Lagos Home & Wellness, desenvolvido pela Mangaba Urbanismo em Cuiabá. O empreendimento, que contará com o maior lago privado em condomínio fechado, foi concebido para integrar natureza, bem-estar e qualidade de vida em um único espaço, refletindo uma demanda crescente por moradias que favoreçam o equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
Muito além da arquitetura
A valorização de imóveis com maior integração à natureza também encontra respaldo na psicologia. Para a psicóloga Rayssa Martins, a pandemia alterou profundamente a relação das pessoas com a própria casa, que passou a exercer um papel muito mais amplo na rotina.
“No cenário pós-pandemia, muitas pessoas passaram a perceber que a casa, o lar, deixou de ser apenas um ambiente de descanso, tornando-se também um espaço de trabalho e de convivência com a família e os amigos. Do ponto de vista da psicologia, o ambiente em que o indivíduo vive influencia diretamente o bem-estar emocional e, consequentemente, o bem-estar físico e até o comportamento das pessoas.”
Segundo ela, ambientes que favorecem o contato com a natureza e proporcionam espaços de convivência contribuem para uma rotina mais saudável.
“Locais que oferecem contato com a natureza, áreas de lazer, espaços de convivência e oportunidades para atividades ao ar livre podem favorecer a redução do estresse e da ansiedade, além de melhorar a qualidade do sono e incentivar hábitos de vida mais saudáveis. Embora a saúde mental seja resultado de diversos fatores, e não apenas do ambiente, ele pode atuar como um importante elemento de promoção da saúde mental e da qualidade de vida.”
Para a especialista, esse novo olhar ajuda a explicar por que tantas famílias passaram a priorizar empreendimentos que oferecem uma experiência de moradia mais conectada ao bem-estar, tendência que segue influenciando o mercado imobiliário mesmo anos após o período mais crítico da pandemia
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