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Com apoio do Governo de MT, Centro de Referência Paralímpico é inaugurado em Várzea Grande

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) ajudou com repasse financeiro a garantir a implantação do Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande, o 2º do Estado. Nessa terça-feira (07.03), o secretário da pasta, Jefferson Carvalho Neves, participou da solenidade de assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre o Governo de Mato Grosso, o município e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

“O esporte é uma ferramenta que pode transformar a vida dos jovens com deficiência. E somos gratos à Prefeitura de Várzea Grande por usar tão bem essa ferramenta, com atendimento de crianças e jovens em sete modalidades paralímpicas, contando com pessoas capacitadas e com muita vontade de fazer acontecer. É uma iniciativa que o Governo de Mato Grosso e a Secel sentem muito orgulho em serem parceiros”, destacou Jefferson.

O Centro de Referência Paralímpico tem o objetivo de estabelecer um programa de iniciação esportiva paralímpica para crianças e jovens com idades entre 11 e 17 anos, com deficiência física, visual e intelectual, de Várzea Grande e região. Para a criação e manutenção do Centro, a Secel garantiu recursos de quase R$ 500 mil.

“Cumprimento o secretário Jefferson e quero dizer que as portas estão sempre abertas para projetos como esse, que garantem algo tão importante para os jovens com deficiência e suas famílias. Essa causa nos tocou muito e vamos tornar Várzea um dos centros de referência para o esporte paralímpico. Agradeço à parceria do CPB, de todos os envolvidos no projeto e também ao governador Mauro Mendes que é parceiro em várias outras demandas importantes do município”, expôs o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat.

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O outro centro paralímpico fica em Cáceres, no campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). A Secel também está apoiando a construção do terceiro, em Canarana. 

De acordo o diretor técnico do CPB, David Costa, o programa de educação paralímpica tem como grande objetivo a inclusão social. “O que queremos é que o esporte esteja ao lado das demais atividades que ajudam a mostrar à sociedade que nós somos capazes. O esporte é transformador e nossa missão é tornar as aulas de educação física e projetos de iniciação esportiva cada vez mais inclusivas”.

Participaram também do momento de assinatura do Termo de Cooperação Técnica o secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidelis,  e vereadores de Várzea Grande.

O Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande

As atividades do Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande terão início na próxima quarta-feira (15.03). Direcionado ao público de 11 a 17 anos, o projeto inclui as modalidades de goalball, futebol de cegos, natação, atletismo, badminton, bocha e judô.

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Inicialmente, as atividades serão oferecidas no Ginásio Poliesportivo Fiotão, que é o polo central do projeto. Posteriormente, também vão acontecer no Centro de Iniciação Esportiva (CIE), no bairro Alice Gonçalves; na Escola Estadual Jaime Veríssimo de Campos, no bairro Imperial; na Academia da Polícia Militar do Bairro Costa Verde; e no Ginásio Jorge Mussa, no bairro Figueirinha.

As inscrições seguem abertas para novos participantes no Ginásio Fiotão, em horário comercial. Para o cadastro, a documentação necessária é: RG e CPF (do aluno e do responsável), laudo médico, comprovante de endereço e da instituição de ensino, foto 3×4.

Fonte: GOV MT

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“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista

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O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.

“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.

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Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.

Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.

O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.

“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.

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Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.

“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.

Sobre a AACCMT

A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.

A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.

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