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SES oferece práticas terapêuticas aos servidores do Centro Político Administrativo

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) oferece nesta terça-feira (14.03), das 8h às 11h, na pracinha da pasta, Práticas Integrativas Complementares (Pics) aos servidores do órgão estadual e de outras secretarias localizadas no Centro Político Administrativo. Entre as atividades disponíveis estarão Reiki, Fitoterapia e Auriculoterapia.

O projeto Promove Pics é organizado pela Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES (Cophs). A proposta é a promoção da saúde do trabalhador, visando cuidar de quem cuida e melhorar a qualidade de vida dos servidores, conforme diretrizes das Políticas Nacionais de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e de Promoção da Saúde (PNPS).

Durante a ação, serão ofertadas as práticas integrativas de Reiki, Reflexoterapia, Auriculoterapia, Dança Circular, Meditação, Fitoterapia, Cone Hindu e Constelação Familiar com Bonecos. Haverá também exposição de produtos naturais ligados as Pics, como velas, sprays e sabonetes aromatizados, artesanatos e tinturas fitoterápicas.

A coordenadora da Cophs, Rosiene Pires, explica que essas práticas são recursos terapêuticos que buscam a prevenção de doenças e a recuperação da saúde, tendo como ênfase a escuta acolhedora, o desenvolvimento do vínculo terapêutico e a integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade.

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“A SES é uma instituição que promove a saúde e assegura aos servidores o direito a um ambiente de trabalho saudável, com implementação de estratégias voltadas para a temática e para valorização do trabalhador. Além disso, as PICS visam à promoção da saúde por meio da integralidade do cuidado e do empoderamento individual e coletivo”, diz a gestora.

A PNPIC institucionaliza 29 práticas, sendo elas: Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Medicina Antroposófica, Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia, Termalismo Social/Crenoterapia, Arteterapia, Ayurveda, Biodança, Dança Circular, Meditação, Musicoterapia, Naturopatia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia, Reiki, Shantala, Terapia Comunitária Integrativa, Yoga, Apiterapia, Aromaterapia, Bioenergética, Constelação familiar, Cromoterapia, Geoterapia, Hipnoterapia, Imposição de mãos, Ozonioterapia e Terapia de Florais.

O projeto será realizado todas as terças-feiras no período matutino, na SES, alternando as práticas a serem ofertadas. Os interessados em integrar a ação como terapeuta voluntário ou expositor devem entrar em contato com a equipe por meio do e-mail pics@ses.mt.gov.br ou do telefone (65) 3613-5415.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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